Família Mitika Visita - Parte 1

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Gente demais por metro quadrado.


Daí que meus pais vieram me visitar.

Na verdade, eles vieram pro batizado da minha priminha e pra formatura da outra prima. E aproveitaram a deixa pra vir dar uma fiscalizada básica na vida de independência do primogênito.

Nem preciso dizer que foi uma doidera só, né?


Pois bem, vou dividir a postagem em duas partes, pra poder falar bem dos detalhezinhos dos quatro dias que passei com eles por aqui.


Na quarta-feira eles me telefonaram pra confirmar que viriam mesmo na quinta e que minha irmã (que já estava aqui perto da capital) viria pra cá junto da minha prima (que, desde pequenos, eu chamo inconscientemente de ‘prima chata’). Pra recepcioná-los adequadamente, acordei cedo e, logo após um banho, arrumei o quarto (pra pelo menos disfarçar o meu comum desleixo com arrumação). Um pouco depois, o telefone toca anunciando que tenho que ir ao ponto de ônibus esperar pela irmã e pela prima chata chegando. Foi o que eu fiz. O único problema, é que não caiu minha ficha de que estaria frio e fui com uma camiseta fina, bermuda e havaianas mesmo. E DEEEEELS elas demoraram um bocado pra chegar. Claro que fiquei lá, todo tremendo de frio, enquanto esperava o maldito ônibus. Felizmente ele chegou e as duas desceram.

Preciso aqui, acrescentar o fato de que minha irmã andou crescendo e mudando alguns hábitos que ela tinha (o de nunca pentear os cabelos, por exemplo) o que me fez sentir bem velho e distante.

De lá trouxe as duas pra conhecer minha casa (a.k.a. quarto) e depois de alguns minutos aqui, a prima quis ir até a USP, dar uma olhada no museu de Anatomia (a prima se formou em Biologia – foi pra formatura dela que vieram, por sinal). Acontece que eu não sabia onde ficava o dito museu! Vale lembrar que a USP é enooohoorme, e que eu costumo só ficar perambulando pela física mesmo.


Bom, como circular na USP é de graça em épocas sem greve, subimos felizes pensando no ‘se não achar, pelo menos a gente vê tuuuudo’. Daí que tá, a gente foi batendo papo e nem se tocou de olhar e ver se achava o tal museu. Conclusão: demos uma volta de circular por TODA a USP e descemos no mesmo lugar que subimos. Daí pegamos outro, que ia pro lado errado, pedimos informação, andamos, pegamos outro e chegamos no bendito museu. Que, é claro, estava fechado pra almoço, já que nessa hora era mais de meio-dia.


Detalhe: meus pais avisaram, durante o nosso terrível divertido passeio que o carro tinha quebrado uma mangueira lá e que, um pouco depois, furado um pneu.
Meu pai tem esse carro desde bastante tempo já. É um Santana 98 vermelho forte, bem bonito até. Mó galerë tenta comprar ele, mas papai não vende nem fodendo. O problema é que o carro já não tá mais agüentando o tranco e não perde uma chance de quebrar uma pecinha ou outra. Juntando a falta de grana com a falta de vontade, papai não pretende vender o carrinho tão logo e em conseqüência, minha familiazinha tem que encarar essas desavenças com as coisas que quebram em estradas e etc. Vez ou outra quando chove, por exemplo, entra água por uns vãos no tento solar (que nunca é aberto, por sinal) e cai um bocado de água bem em cima de alguns bancos. E isso freqüentemente acontece com o carro em movimento, molhando os passageiros. É trágico KKK


Pois daí que eu tava MORRENDO de frio e de fome, depois de andar a USP toda à toa, com a minha irmã já enchendo o saco, (pq ela é especialista nisso) e eu não queria pagar meu próprio almoço (sempre almoço as custas do pai quando ele vem pra cá... Estudante economiza em tudo, sempre).


Mas a fome me venceu e acabei indo. E daí o pai chegou bem a tempo de pagar meu almoço *______________*. Mas chegou junto do meu tio e uma outra prima mais nova, o que somavam oito pessoas – gente demais pro meu quarto, ou pra ir comigo até o trabalho.


Well, nem tivemos muito tempo pra conversar, pois logo depois do almoço eu já tinha que ir dar aula... Trouxe-os pra darem uma conferida no quarto – primeira vez que a mãe vem aqui desde que me mudei. E ela disse que tava bagunçado demais RS

Daí eles me acompanharam até a escola onde dou aulinhas. Imagina o micããão, eu chegando pra trabalhar acompanhado pela família inteeeeeeira né? As meninas que trabalham lá na escola ficaram tuuudo alegrinhas, sabendo que iam me zoar depois u.u
Mamãe, então, decidiu cismar que eu estava indo trabalhar muito sujo. Tá, eu sei que normalmente sou meio desleixado, mas eu nem tava sujo não! Ainda assim, ela insistiu e acabou lavando minhas roupas no dia seguinte. Mas falo sobre isso no próximo post, com a continuação disso tudo.


BTW, leiam o Acréscimo desnecessário logo abaixo e comentem o postzinho me zoando também.


=D


P.S: Amanhã eu completo um aninho de um namoro que, mesmo com a distância, saudade e sofrimentozinho, tem sido o meu maior motivo de felicidade desde que começou. Aiai, te amo M.L.

Acréscimo desnecessário (necessário)

0
Daí que meu primo tem uma banda.

Ele sempre foi o primo artista da família mesmo e tudo mais.
E agora eles entraram num concurso universitário de bandas, e o vencedor é decidido através de maior número de votos.

Daí que, família é família, e a gente ajuda pedindo votinhos e votando sempre.

Cada IP só pode votar uma vez por dia, o que significa que cada pessoa pode votar uma vez por dia.
E os caras realmente merecem o voto da galerë, pq o som deles é mesmo bom! E ainda que não fosse, vocês votariam neles porque eu to mandando, né? KK

Enfim, dêem uma força pra galera do Free on Board, dando cinco estrelinhas pra música Let me Be me e fazendo meu priminho feliz, ok?

LINK: http://escucha.universia.com.br/concurso/escucha-maqueta/let-me-be-me


Votem todos os dias, por favor!

=D

Da educação que querem que eu tenha

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Daí que eu odeio gente que tenta parecer bom, educado e civilizado às custas dos outros.

Estava eu outro dia no trem, ouvindo música no mais alto volume que meus tímpanos permitiam. Observem, antes de mais nada, a cena da entrada no trem: aquela conexão que ninguém pega, porque é naqueles lugares onde não circula ninguém num domingo a tarde. O vagão basicamente vazio. Olhando em volta, uma série de bancos inteiros vazios, daqueles que cabem, com folga, umas quatro pessoas. Pois bem, entro eu neste trem e me sento no primeiro lugar que vejo, porque eu odeio andar dentro de trens e ônibus e afins (normalmente me sento próximo aos motoristas dos ônibus, pra não precisar andar até chegar ao cobiçado fundão). Enfim, do meu lado, sentou uma velha. Sei lá se foi antipatia natural, e isso acontece bastante comigo, mas eu já não tinha ido com a cara dela. Antes do trem chegar, ela ficava me encarando com as aqueles olhos pidões de velha solitária ARGH. Deus me livre.

Enfim, sentou-se do meu lado e ficou me olhando. E olhando. E olhando. E a minha música estava me divertindo um bocado (e eu não consigo ficar sem dançar com a cabeça e cantar a música sem usar som nessas situações). Sei lá, acho que ela tava achando graça em mim. Tanto faz.


Daí que entra uma mãe e sua criança. O menininho devia ter uns 3 ou 4 anos. Daí que dos meus dois lados tinham lugares vazios. Era tipo: barra de ferro – lugar vazio – eu – lugar vazio – velha coroca. Sim, eu gosto de me sentar em espaços grandes vazios quando posso, pra cruzar as pernas e etc. E eu podia naquele caso, porque tinha um MONTE de lugares vazios no trem e a pessoa tinha que ser muito cuzona pra querer se sentar justo no lugarzinho que eu tava ocupando, enquanto tinha vários outros espaços grandes, onde elas também poderiam cruzar as pernas e dançar.

Pois então que a mãe botou seu filho sentado no lugar vazio à minha esquerda e ficou em pé segurando a barra de ferro. Tá, pra mim tudo certo. Ficou bem claro que ela não queria sentar visto que: a) ela poderia ter ido pra um lugar maior, pra sentar ao lado do filho; b) ela poderia me pedir, por gentileza, pra ir um lugar para a direita e ela poder se sentar ao lado do filho; e c) era uma viagem de apenas uma estação até uma das movimentadas e quase o trem inteiro (inclusive eu) desceria na próxima (e normalmente as pessoas não se sentam quando vão logo descer mesmo – sou exceção a essa regra, sento sempre que consigo RS).

Enfim, continuei minha música e dança, com um pouco menos de desenvoltura, já que tinha um molequinho do meu lado. Daí que sinto uma coisa no meu ombro direito. De início, ignorei, porque eu costumo achar que essas coisas são imaginação até que elas se repitam. E repetiu. Olhei para a direita pra ver o que ocorria, quando percebo a velha coroca olhando pra mim, com a mão erguida (indicando que tinha tocado no meu ombro) e falando qualquer coisa. E digo qualquer coisa porque meu volume estava tão alto que só conseguia fazer leitura labial. Eu, educado que sou, tirei o fone e pedi pra ela repetir, que eu não tinha entendido. E ela repetiu. Num volume TÃO baixo, que mesmo sem fone não dava pra ouvir. E ARGH, que dá na cabeça de uma pessoa pra falar tão baixo com uma pessoa que está, claramente, ouvindo música alta? Ela acha que só porque é velha e surda, todo mundo escuta extremamente melhor que ela e tem obrigação de ter ouvido biônico? Sem entender, pedi pra repetir de novo. E ela, irritada, repetiu um pouco mais alto a frase: senta mais pra cá pra moça poder sentar com o filho.


Ali eu já queria cometer um assassinato. Voar no pescoço daquela velha e apertar até o sumo do maracujá que ela era começar a vazar entre os meus dedos. Bater tanto e com tanta força que ela ia pensar duas vezes antes de me tirar da YUI a próxima vez.

Mas é claro que eu, moço educado do interior (muito diferente do povo grosso dessa cidade, btw), dei um sorrisinho cretino pra ela e me virei para a mãe, que disse que não precisava, pois ela já ia descer. Dei o assunto por encerrado. MAS A VELHA NÃO! Ela insistiu com a mulher pra que se sentasse. E por mais que ela dissesse que não, A VELHA SEGUROU MINHA CAMISETA E ME DEU UMA PUXADINHA.


AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!


Eu não sei. Não sei se ela queria ser engraçada, se tinha cometido algum pecado e queria fazer uma boa ação, se tinha me achado gostoso e me queria mais perto. Não sei. Só sei que TUDO o que uma pessoa de quem eu não estou gostando precisa fazer pra me irritar, é me tocar. E ela me tocou. Olhei pra ela com um profundo olhar de desprezo, que ela felizmente interpretou corretamente e me soltou e me voltei pra mãe, perguntando se ela não queria mesmo se sentar. E ela insistiu que preferia ficar em pé. Pra evitar a discussão, é claro que eu coloquei a YUI de volta no ouvido e voltei a cantar. Mas minhas mãos tremiam de vontade de bater naquela velha. E isso seria um problema, porque por mais folgado e filho da puta que um velho seja, bater em velho é pecado de ir direto pro inferno, porque velho já sofreu muito na vida, tem muita experiência e é indefeso e fraco e tudo mais. E sem contar que bater nos outros vai totalmente contra todos os meus princípios. Mas eu queria, muito, deixar aquela mulher toda roxa.

Mas eu sou um menino educado do interior e simplesmente ignorei. Na estação seguinte, desci e ela ficou no trem pra sorte dela, pois se afastar de mim o mais rápido possível era uma boa maneira de garantir a sobrevivência dela por mais algumas semanas.


Agora reflitam comigo: Por que é que raios existem pessoas que insistem em fazer bondade às custas dos outros?! Porque é que eu é quem tinha que ir pra direita pra mulher sentar? Do lado da velha também tinham lugares vazios. Porque ela não podia ir pra direita e chamar a mulher pra ocupar o lugar? Eu me irrito muito com isso, porque, no fundo, isso é coisa de gente folgada. Gente que acha que só elas são certas e que os outros têm que segui-las à risca.


Essa noção de educação nos meios de transporte coletivo é uma coisa que me deixa muito irritado, mesmo. Por que, assim, a gente reconhece que, sendo jovens, temos mais força e mais capacidade pra enfrentarmos uma viagem de uma hora e meia em pé, brigando por um cantinho no ônibus lotado. Mas bom, PRA ISSO EXISTEM OS ASSENTOS PREFERENCIAIS, NÉ? Tá escrito lá o número da lei e quem se encaixa nela (velhos, grávidas, deficientes físicas, obesos –a.k.a. gordos – e portadores de crianças de colo). Aqueles lugares são reservados a eles e não tem discussão: qualquer um que não esteja nessa categoria tem a obrigação de se levantar pros que estão ocuparem o lugar.

Tirando isso, ninguém tem obrigação de nada e quem for mais esperto ganha! É claro que nada me impede de me levantar de um assento comum, para que um senhor mais idoso se sente, ou alguém que aparente estar realmente cansado, ou com dores e, enfim, eu tenho um bom coração e ajudo as pessoas sempre que consigo. O que eu não aceito de jeito nenhum é que, quando eu não o fizer, por qualquer motivo, alguém venha cobrar isso de mim!

“AAh, você é novo. Deixa a senhora ali sentar aqui no seu lugar”. Essa frase, se vinda de uma pessoa que esteja sentada ao meu lado, é um pedido de ódio pro resto da vida. SE A PESSOA QUER QUE A SENHORA ALI SE SENTE, PORQUE NÃO LEVANTA ELA MESMA? Porque sou eu que tenho que me virar pra ocupar um espacinho qualquer no trajeto de quarenta minutos Barra Funda-Rio Pequeno, se eu peguei o ônibus na Barra Funda justamente pra garantir um lugarzinho pra sentar?

Será que só por ser jovem eu não me canso? Não sinto dores? Porque, me desculpem os ‘bondade acima de tudo’, mas eu não vou me levantar pra uma velhinha corcunda sentar se eu estiver cansado ou com dores, em um assento não-preferencial. Não meeeeeeeeeeeeeesmo! A velha não paga meus impostos nem nada. Se alguém quiser ceder o lugar, tudo bem, merece toda a minha admiração. E eu sei bem que eu mesmo levantaria se eu estivesse bem. Mas em meio a dores e a cansaço a lei me garante meu direito de permanecer sentado por ter chegado primeiro. E ainda se a velhinha for simpática, eu me levanto mesmo cansado e com dores, com muito prazer. Porque educação e gentileza devem ser pagos com educação e gentileza sim! Agora grosseria eu pago com grosseria e meia, por que minha TPM é permanente e sem sangramento vaginal (já que, graças a Deus, nem vagina eu tenho, felizmente).


Pra mim, falta de educação no ônibus é ouvir funk sem usar fones de ouvido. É mulher que pega o filho de seis anos no colo, só pra sentar no preferencial porque tá com “criança de colo”. É gente fedida tentando ocupar o mesmo espaço que você. É gente que fala alto, contando às aventuras do irmão na FEBEM. É gente que dorme e ronca. E mulher gorda que se passa por grávida.


E não precisam as crianças pensarem que eu sou daqueles FDP que deixa a velhinha sofredora em pé não. Eu levanto sempre sim, a não ser que eu esteja mesmo muito cansado. Só que eu não tolero gente folgada.


Daí depois eu vejo um senhor idoso ceder o seu assento preferencial pra uma mulher grávida e ninguém levantar pra ele sentar. Isso sim é falta de respeito. Pra esses eu levanto, com muito prazer e ainda dou um sorrisinho simpático.



E as crianças burras façam o favor de comentar e reclamar do transporte coletivo também, porque ninguém gosta suuuuuuper de andar de busão não.

=D

Tudo o que ficou sem explicar

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Bom, durante algum tempo do blog no ar muitas coisas que já aconteceram foram bem legais! Estamos quaase nos 500 acessos (*_______*), chegando ao 14º post sem esmorecer e os elogios e tudo mais tão sendo bem legais. Muito obrigado a todas as crianças que perdem seu tempo vêm até aqui dar uma olhada no que eu tenho a dizer! Além do que, o meu manifesto por comentários surtiu resultado! Continuem assim crianças ♥

Desde que o blog saiu, bastante gente vem me perguntar uma coisinha ou outra pelo MSN, que às vezes ficou mal explicada por aqui e, então, a idéia desse post é fazer uma coletânea de explicações pra essas coisinhas todas. Se eu me esquecer de alguma, perguntem nos comentários!


~> Por que o blog se chama ‘Adultice’?
Bom, isso foi explicado no primeiro post que eu fiz aqui. Foi logo que me mudei pra São Paulo e nele eu conto toda uma história envolvendo minha vida com blogs e por que este seria diferente. O nome dá essa idéia de ser uma nova fase da minha vida, em que o meu comportamento totalmente adolescente começa a ser substituído por um mais responsável e racional, que demarca o início da minha adultice.


~> Por que tem o Barack Obama e a Dercy no topo do blog?
É engraçada a pergunta. As pessoas tendem a pensar que é porque não gosto deles e tal (por causa dos ossos cruzados), mas nem tem nada a ver não... Só são personalidades conhecidas e que eu achei que ficaria engraçado usá-las aí... Por sinal, eu já escolhi as próximas quatro e já fiz um novo layout pro blog... Logo a gente o estréia, KK.


~> Você é gay?
NÃÃÃÃO MELBEM! Eu escrevo isso na maioria dos posts só porque ser gay dá ibope e é uma coisa que todo mundo gosta e aprecia! Porque a gente sabe que não existe preconceito nesse país e você passa a ser mais bem tratado por todos quando faz uma revelação dessas, né? RS


~> Por que seus sogros te odeiam?
Não que minha vida particular interesse pra alguém, eu escrevi um post falando disso pq tava bem revoltadinho mesmo. Anyway, se você é menino, arranje um namorado e vá até a casa conhecer os pais dele. Se for menina, faça o contrário e arranje uma namorada. Vai entender o porquê rapidinho.


~> Por que você não gostou de ‘Amélie Poulain’ se esse é o filme mais lindo de todos e o que Vick Nasal tem a ver com o filme?
Ain, leia o post outra vez e seja sutil. Não é que eu tenha odiaaaaaado o filme. Só achei fraco. História fraca mesmo. O elenco é bom e as cenas e a fotografia impecáveis. E a história é bonitinha também... Mas é fraquinha. O filme, no geral, é bom. Mas não entra pra minha lista de favoritos.
O Vick Nasal, nesse casal, vem da idéia central do filme, que é a de tirar prazer das pequenas coisas... E usar Vick Nasal até espirrar loucamente, é um prazer ENORME pra mim, acredite.


~> Onde eu encontro ‘1 litro de lágrimas’ (Ichi Rittoru no Namida) pra ver?
Você leu o post? Entendeu todas as minhas recomendações a respeito de não assistir se você não tiver a fim de morrer de chorar? Pois bem, se ainda assim quer ver, no Youtube tem o dorama inteiro pra ver, dividido pelos 11 episódios. No Orkut, na comunidade própria do dorama, é possível achar links pra baixar em .avi e .rmvb. E pelo oráculo (Google) dá pra achar também. No Youtube e na comunidade, garanto as legendas em português (porque o áudio é em japonês, né criança?), já no Google não.


~> Por que você não gosta de aniversários?
Falei tudo no post. Larga de ser preguiçoso e leia de novo.


~> No seu aniversário, eu te dei parabéns pelo Orkut... Você me odeia agora?
Se você leu o post, deve ter notado que o que eu odeio são pessoas que nunca visitam seu Orkut, nunca deixam scrap, nunca te vêem, nunca falam com você nem no MSN e aí, no dia do aniversário, mandam um scrap CRTL+C CTRL+V de feliz aniversário. Isso sim me estressa um bocado. Mas não odeio a pessoa em si, só a atitude mesmo.


~> Qual o link do seu fotolog horrível?
HÁÁÁÁÁ PEGUEI VOSSES! Eu consegui lembrar a senha e deletar o fotolog!!! /corre
Daí agora posso divulgar o link À VONTAADE! Era www.zury-mitika.myflog.com.br e GRAÇAS a Deus as fotos não são mais visíveis!



~> Você vai me odiar se eu te chamar de Iurial ou de Menino da Latinha?
Sim, definitivamente.


~> Kleber, M.L., M.T., M.E.L. e namorido, são a mesma pessoa?
Sim, definitivamente.


~> O que acontece nos dias 27?
Não te interessa, RS.


~> Por que você odeia o Sérgio Mallandro? (incrivelmente, essa foi a que mais me perguntaram até agora)
MEU é muito óbvio isso. Imagina um cara que tem como bordões coisas do naipe de ‘gluglu’, ‘salci fufu’ e ‘AHAAAAAAAA PEGADINHO DO MALLANDRO’.
É uma das coisas mais odiáveis que já inventaram, inevitável isso.


~> Como é esse brinquedo do Mallandro que você tinha?
Ain, googlei a tarde inteira e nem achei... Chamava acho que Torre dos Desesperados e é parecido com esse que tá aí em baixo... Só que esse é legal, porque é do Mário que te comeu atrás do armário.


E é isso. Acho que respondi tudo. Pro próximo post, to pensando em fazer uma lista de músicas... Então, nos comentários, sugiram algumas situações... Coisas do tipo ‘andar de bicicleta’ (RS) e ‘acordar de manhã’ pra eu dizer no post as músicas que acho ideais pra ouvir nesses momentos. Sejam criativas, crianças.

E comentários pro post ainda estão sendo pagos em uma moeda extinta e sem valor e que eu não tenho nenhuma e nem pretendo pagar de verdade.


=D

Acréscimo desnecessário

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Edward Cullen?


Baah, Bill Compton é que é vampiro de verdade :G







Continuando: você tem uma banda favorita? Pois é, eu tenho. E eles são meio desconhecidos por aí ainda, então divulgar ajuda a virar modinha, que ajuda a vender CD no Brasil (pq importar sai caro melbem, rs) e shows e etc.

Single novo vazou ontem, então eu vou divulgar, pq o blog é meu e quem manda aqui sou eu. Clique na imagem pra acessar o link no 4shared pra download da música, ok?



Let's Go
Cartel - Cycles (2009)

E não, não tenho NENHUM direito autoral, sou só fã mesmo.


E eu odeio o Sérgio Malandro!

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Daí que eu to muito puto!


Toda semana alguém vem me dizer que leu o blog e que amou e que quer mais postagens e que eu sou sexy e que quer me encontrar RS.

E aí eu venho aqui, tooodo feliz pra responder algum comentariozinho e etc e QQQ nenhum novo comentário. NE-NH-UM (como separar sílabas com nh?).


Daí que meu, por que isso? Tipo, eu to sempre dizendo nos posts que comentários são importantes, que eu fico feliz em recebê-los e tudo mais, mas ninguém se dá ao trabalho de clicar no lugarzinho de comentar e escrever um ‘gostei, escreve mais’ pra eu ler depois... Nem pra me xingar a galera escreve, RS.

E tipo... Eu nem tinha colocado contador de acessos no blog, pra não ficar me preocupando com isso... Mas daí acabei colocando e tipo... AS PESSOAS ACESSAM ISSO AQUI! São uns 10 acessos por dia e tipo, prum blog dum Zé-Ninguém tipo eu, isso é um bom número... Daí que a cada três dias entram umas 30 pessoas aqui e nenhuma delas comenta, eu fico sem saber o que tá acontecendo, entende?

Sei lá se tão gostando do que eu escrevo, se querem mais, se querem que eu pare, ou o que mais... Porque tipo... Se eu não quisesse a opinião de ninguém, eu escrevia um diário, não um blog dããããr. A principal função disso aqui é saber o que vocês, crianças, acham do que eu tenho pra dizer, entende? Essa é a graça de blogar! Poder debater com as pessoas sobre o que você pensa e encontrar semelhanças e divergências sobre as coisas...

Então, por favor, se você se dá ao trabalho de visitar o Adultice vez ou outra e lê as porcarias que eu escrevo, deixe um oizinho nos comentários pra registrar o momento... É fácil, não dói e me alegra um bocado! Faça isso, seja você quem for, ok?

E aaah, pra não desmerecer, Claudião e o namorido tão sempre comentando, pq gostam de me agradar KKK Mas isso me deixa bem feliz e agradecido ^^
Sim, eu gosto de fazer drama RS.


Sobre o título do post: só tava com raiva mesmo e quis divulgar o meu ódio por alguém. (valeu Isão ♥)

Tava me lembrando agora... Quando eu era mulequinho, eu tinha um brinquedo do Sérgio Malandro... Era tipo uma torre de Piza, com um monte de sérginhos malandrinhos azuis de plástico, que você ia colocando na torre até ficar pesado e balançar e eles caírem... Tirei a cabeça de cada um dos bonequinhos =D

Era tipo um plástico meio encerado, ou sei lá... Deslizava, sabe? Eu vivia colocando na boca pra morder e rancava pedaços. *_*


*e eu ainda pago os 25 cruzeiros hein, aproveita*

Perguntas irrespondíveis

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*quem comentar esse post ganha 25 cruzeiros!*


- Teria Michael Jackson morrido de verdade?

- Qual será o ingrediente secreto contido em Bisnaguinhas, Bis, Ruffles e Passatempo, que os torna impossível de parar de comer antes do fim do pacote?

- Por que jogar novas versões de Pokemon se eu sempre vou ter um Pidgey?

- O que acontece com o frio de São Paulo, que você sente calor se usar blusa e frio se não usar?

- Que utilidade tem em seguir o Twitter de pessoas que moram na mesma cidade que você e NÃO são famosas?

- Meu bolo (que está no forno agora) vai ficar comível?

- O que fazer para Fernanda Cardona não me reprovar em Cálculo 1? (sexo com ela NÃO é uma opção, éca)

- Quanto eu ganho se trabalhar na MTV? (To pensando em me oferecer pra alguém por lá, RS)

- Por que raios todo mundo decidiu lançar CD esse ano? PORRA!

- Qual o motivo de sempre, no seu vagão no trem, ter uma pessoa fedida, uma crente querendo pregar, alguém que canta alto com o volume da música e umas 12 pessoas feias que ficam te encarando?

- Por que ter um blog sobre assunto nenhum?

- Por que você leu isso até o final?

- Você me ama?

- Ok, chega?

- Não.


Update: IGNORANCE IS YOUR NEW BEST FRIEND, IGNORANCE IS YOUR NEW BEST FRIEND *____________*