O que 40 horas sem internet podem fazer.

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Postagem rapidinha pra reclamar da vida, rs.

Daí que, por sei lá qual motivo, fiquei sem internet toda a quinta à noite e a sexta inteirinha.


Eu estou online todos os dias, quase o dia todo. Sempre estou a par das notícias que circulam pelo mundo, sei de tudo e todos e, enfim, me considero razoavelmente bem informado. E todo mundo percebeu que ultimamente nada tem acontecido.

POOOOIS É MEUBEM! Foi só eu ficar inacessível pra sociedade que TUDO aconteceu e ao mesmo tempo e QQQQQQQQQQQQQQQ que raiva ¬¬

Primeiro que, ontem, às oito da noite, eu era a única pessoa do universo que não sabia que, há mais de 24 horas, o Michael Jackson tinha virado um anjinho (?). COMO ASSIM?! Eu nem acreditava que gente famosa com menos de sessenta anos tinha a capacidade de morrer... Imagina quando a Madonna morrer então?! O mundo pára! O rei do pop foi-se e agora vai começar a guerrinha pra decidir quem será o próximo rei... Já vejo Prince lançando novo disco, por exemplo. Se bem que agora ele é Testemunha de Jeová... Nem sei, RS.

E o Iuri foi o último a saber ¬¬


Daí que vazaram na net os cinco primeiros minutos do novo Harry Potter.

E o Iuri foi o último a saber ¬¬


Daí que eu achei que fosse ficar o dia 27 todinho sem internet (e quem acompanhou as postagens mais antigas viu que 27 é um dia extremamente importante e totalmente comemorável). E ficar sem internet hoje seria ficar sem comemorar. E isso me causou MUITO estresse e mau humor ontem.


Só o que faltava mesmo era a Avril anunciar Black Star como novo single... Daí eu MORRIA!
Off: Black Star é o novo perfume dela... E no comercial ela canta uma musiquinha TÃO horrível, que tá todo mundo com medo desse ser o estilo do novo CD. Muuito medo, mesmo.

Pra compensar o tempo sem internet, lavei minhas cuecas (AEAE!) e li muitas páginas do meu presente de dia dos namorados. E to realmente gostando bastante da história Oo’’’


Felizmente a internet voltou hoje cedo e com velocidade triplicada e vai dar tudo certinho no meu 27 (e com cuecas limpas *__*).

Enfim, leiam o post de baixo (quem ainda não leu) que é mais legal e mais interessante que esse.

E comentem os dois (RS) e continuem divulgando o blog.


Té mais crianças =DD

P.S: feliz dia 27 M.L. ♥


MÃE, EU QUERO!

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Daí que tá chovendo e eu preciso lavar roupa porque minhas cuecas limpas acabaram.


Daí que era pra eu ter ido pra faculdade hoje ver como vão ficar as aulas pós-greve (leia AULAS DURANTE AS FÉRIAS) e nem fui.


Daí que eu vou aplicar uma prova pros meus alunos hoje, e a coisa vai ser mais um jogo do que uma prova, zuuuuper divertido.


Daí que minha internet tá ruim, daí fica boa, daí fica ruim de novo. ¬¬


Daí que vocês, crianças, deviam divulgar o blog pros seus amiguinhos, pra bastante gente poder vir aqui e ler as lorotas que eu escrevo (além de poder tomar chá comigo, vez ou outra).

Falando sério mesmo, divulguem gente! Coloquem o link no subnick do MSN por alguns dias, obrigue os seus melhores amigos a lerem alguma coisinha por aqui e pá... Se você gosta do que eu escrevo, outras pessoas também podem gostar e o efeito dominó começa... Favorzão mesmo ^^



E boooooom, daí que vamos falar de coisas legais!

Desde criança eu sempre fui muito decidido. Sempre que eu queria alguma coisa, eu queria porque queria! Isso é mau de criança mesmo... Daquelas que, quando não ganham a Barbie Noiva Grávida Loira no Natal, prendem a respiração até ficar roxo, choram até ficar mais seco que o Mun-há, ameaçam fugir de casa e tentam enfiar um controle remoto no traseiro. Tipo essa bixinha desse vídeo:





(a mãe dele cancelou a conta dele em algum game, e ele deu esse pití todo =OO E o irmão FDP filmou tudo!)

Pooois é, eu era bem desses. Mamãe conta que uma vez eu cismei que ia fugir de casa. Ela, então, arrumou minhas malas, me levou pra fora, TRANCOU O PORTÃO E ME DEIXOU LÁ, NA RUA! Sozinho, no escuro. Chorei TAAANTO! Eu tinha tipo... uns 5 anos! Criança nessa idade se arrepende bem rápido, né? Nunca mais tentei fugir depois dessa =D


Muito à toa outro dia, tava pensando em coisas que eu quero porque quero fazer... E vi que algumas delas são impossíveis e NUNCA vão se realizar... Daí sentei e fui fazendo uma listinha com algumas delas, que sejam engraçadas (porque vocês gostam é de rir da minha cara mesmo /iuriau). Então é sobre isso que vou postar!



1 – Quero poder tomar banho de Monange, igual à Xuxa. Passar a mão com dois kilos de creme pelos ombros, me esfregar todinho pra ficar mais branco que teta de freira. E, pra finalizar, dar aquela dedadinha no nariz, pra dar um charme...

Motivos pelos quais isso é impossível: Monange custa caro. E a Xuxa só toma banho com ele porque ELA NÃO PAGA GENTEM! Sem contar que, depois de usar, ela ficou macia, macia e saiu chamando os gurizões pra jogar. Medo disso.


2 – Quero beber um monte e ficar bêbado E engraçado. Sijogar na balada, arrasar todas na pista, mandando tequila e vodca e essas coisinhas líquidas de nome engraçado e cheiro forte (90% das quais eu nunca provei, RS) tuudo pra dentro. E ficar mais engraçado do que a Vani contando AS piadas e fazendo todo mundo chorar de rir e implorar pra eu me embebedar de novo.

Motivos pelos quais isso é impossível: Eu não bebo. Nada. E não por nenhum motivo revolucionário, é só porque o amargo na boca me incomoda pra dedéu, kk. E, me conhecendo como conheço, é muuuito provável que eu bêbado seja mais chato que o Sérgio Malandro.


3 – Quero tirar uma foto 3x4 bonita. Daquelas que eu vou ter que fazer 108012791872938712039 cópias, porque todo mundo vai querer ter, pra guardar pra sempre.

Motivos pelos quais isso é impossível: Alguém já viu uma foto 3x4 realmente bonita? Pois é, nem eu.


4 – Quero andar com bailarinos atrás de mim. Sair andando no ritmo de uma música e com uns 15 bailarinos fazendo uma puta coreografia foda atrás de mim, tipo a Lily Allen em The Fear e a Britney em Slave 4 U.

Motivos pelos quais isso é impossível: Pra isso acontecer sem ficar ridículo, eu teria que ser um cantor gravando um videoclipe. Pra eu ser cantor, preciso cantar bem. Entããão, RS.


5 – Quero gastar MUITO com o meu cartão de crédito sem limite. Chegar na Sach’s, onde eu já serei conhecido como cliente VIP, pedir uma taça de champanhe e sair escolhendo presentinhos pra todos os meus AMEEAGOS. Tudo de marca e custando mais do que tudo o que você já comprou. Pra pagar, no final, passar o meu cartão de crédito sem limites e dar um sorrisinho cafajeste pra vendedora.

Motivos pelos quais isso é impossível: Sou mão-de-vaca. Odeeeeeeeio gastar dinheiro, principalmente com os outros. Gosto de gastar com comida. O resto eu sempre reclamo (o que não significa que eu economize... Só reclamo mesmo). Seem contar que eu NUNCA deixaria um banco me dar um cartão sem limite, porque eu posso acabar tentando comprar algo do qual vou me arrepender, e o ilimitamento do cartão não ia me barrar nessa.


6 – Quero tirar o Jô Soares. Estar lá, dando uma entrevista pra ele e depois dele ser super grosso e enchedor de saco comigo, eu levantar, olhar pra ele com cara de desprezo e sair do programa. Depois disso, dar entrevistas pra TODOS os sites de fofoca dizendo que nenhuma pessoa do meu nível precisa tolerar ser tratado daquela maneira.

Motivos pelos quais isso é impossível: Nunca serei entrevistado pelo Jô, simplesmente porque eu não sou ninguém. Depois que eu acho SUUUUUUPER LEGAL quando ele dá aquela desprezadinha com classe em algumas pessoas. Também que eu adoro o Jô e não faria uma coisa dessas no programa. Deepois que SE eu fosse entrevistado por ele, eu ia super deslumbrado com tudo pra pensar em dar bafão. E, por ultimo: pessoa do meu nível? Qual nível? RS


7 – Quero casar com a Sandy. Fazer aquela festa SUPER blazé, com apenas 50 convidados, esnobando a Wanessa Cúamargo, a Eliana, a Maísa e todo mundo que se acha importante pra ser convidado pruma festa da Sandy. Depois, ir com ela pro motel e descobrir se ela é mesmo virgem, RS.

Motivos pelos quais isso é impossível: Sandy já é casada. Sandy é inacessível pra mim. Sandy já não é mais virgem faz TEHEEEEEEEEEEEMPO. Sandy nem sequer me convidou pro casamento dela, que dirá casar comigo. E, por fim, já tenho com quem casar. É beeem melhor do que a Sandy e eu não troco por nada nesse mundo.


8 – Quero ter uma girafa e um elefante no meu quintal. Acordar de manhã com a pescoçuda colocando a cabeça pela minha janela (no terceiro andar da mansão) pra me dar bom dia, ligar o MSN e colocar como status ‘Dando banho no meu elefante, já volto’. Levar os amigos pra passear de elefante e de girafa e lembrar de comprar amendoins no mercadinho, pq o elefante gosta.

Motivos pelos quais isso é impossível: sem comentários a respeito de tamanho delírio.


Bléé, às vezes até eu me impressiono com a minha capacidade, kk. Anyway, diga aí nos comentários uma coisa que você sempre quis, mas acha que é totalmente impossível. E leeeeembre-se de divulgar o blog pros ameagos, por favor!!! É isso aí, té mais criança!

=DD

O ser baladeiro que existe em mim -NOT

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Post pra ler ouvindo BoA – Energetic.



ME SEGURA QUEU QUERO DANÇAR!
Hoje à tarde me deu uma vontade muito doida de bater cabelo descontroladamente, com aquela luz de câmera lenta piscando em cima de mim e resíduos de fumantes pairando no ar. Saí dançando igual àquelas personagens caricatas de filme americano, que faz a quase tiazona indo pra balada paquerar e que chama a atenção de TOOODO mundo dançando meio... engraçado. POOOIS É MELBEM, dancei assim, sozinho no meu quarto, K.

Agora, como pessoa dimaior, eu posso ir baladear São Paulo a fora e fazer a festa por aí né?


Nop.


E, por uma série de fatores, ninguém vai encontrar comigo na balada tão cedo.

Primeiro que eu namoro e é uma coisa meio a distância, temporariamente. E gente que namora não vai sozinha pra balada né gente? Porque vamocombiná que quem vai sozinho pra balada, é porque vai caçar. E DEEEEELLSMELIVRE de caçar. Tô muito bem com o meu namoro, não preciso de mais ninguém, beijos ME liga! Não adianta me tentar, não sou do tipo de pessoa que, quando sai de casa, vira baladeiro descontrolado e sem rumo. Taí uma coisa que eu não gosto é ir pra balada por nada. Ir pra simplesmente sair e ver um povão não é diversão pra mim. É tortura! Gente feia aos montes, gente suando, gente trombando em você qiso. Não, obrigado. Sem contar que acho MOOHOOOOITO difícil deu ganhar permissão do namorido pra ir baladear sozinho em Sampa, right?

Ok, não é como se eu tivesse me contradizendo. Acontece que, ao mesmo tempo em que to querendo sair e dançar sem rumo, não quero sair nessa cidade ENOOO-HOOOOR-ME onde não conheço nada nem quase ninguém pra correr o risco de ir parar num lugar horrível. E ai, quem me conhece sabe bem como é... Tem dias que eu quero MUITO sair, mas na maioria deles eu me divirto muito mais ficando em casa, vendo um filminho e comendo pipoca. Então é mesmo meio difícil trombar comigo nos nightclubs por aí.


Segundo que balada sozinho é uó. Tirando quando você é um velho tarado sem noção que sai de casa pra fazer coisas que não sejam bingo, não se vai sozinho em balada se não for pra procurar par pra dividir a conta do motel gente. Não rola, qiso. E não, eu não tenho companhia de balada em Sampa. Na verdade eu até tenho, mas tá tudo tão corrido por aqui que nem rola telefonar pra combinar nada também.


E terceiro que, por mais que a idéia seja tentadora, é só pensar em ter que escolher roupa, ficar lindo e cheiroso pra sair nesse frio e pra não paquerar ninguém (mesmo porque a única pessoa que me interessa paquerar já namora. E comigo!). Então nem rola meeesmo.


Então vou mesmo ficar em casa e aproveitar meu final de semana do jeito que mais gosto: de molho nos cobertores *___* ÉÉÉÉ, eu sou a pessoa mais chata do mundo mesmo e eu seria solteiro, se meu charme não fosse irresistível (e se o meu japonês não fosse tão chato quanto eu, kk).


Bom, quem for pra balada esse findi, então, dance Poker Face por mim, ok? Logo combino com a Bubby e a Yayá de ir dançar um pouco por aqui também. Niver da Bubby chegando e a gente fazendo alguns planinhos já *___* E logo quero dançar com o dono do par da aliança, porque até eu preciso levar o namoro pra balada às vezes (btw, a última balada que peguei foi com ele, e foi beeeeeeem legal *__*).

E é isso, JUST DAAANCE IT’S GONNA BE OKAY!



Off: Amanhã possível lançamento do single novo da Sandy. MESEGUUUURA!


P.S: Consertei os comentários. Agora qualquer um pode comentar por aqui, ENTÃO COMENTE CRIANÇA! Não deixe de comentar, me dá muito tesãozinho ler coisinhas deixadas por aqui pra mim.

=D


Top5 Momentos Queima-Filme

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Então que meu aniversário foi legal. E não, eu não tava esperando por isso... Mas tem certas pessoas que a gente deixa entrar na nossa vida e que acabam fazendo toooda a diferença.

Mas não, nem é disso que eu quero falar hoje.



Sabe aquela vez que você decidiu pintar seu cabelo de vermelho no MELHOR (?) salão da cidade, e elas acabaram queimando todo o seu couro cabeludo usando uma tintura que você tinha alergia e, além de não poder sair de casa por um tempo (por causa da coceira incontrolável), seus cabelos começaram a cair e você ficou com aqueeelas falhas eternas?

Ou então aquela foto pro jornal da cidade, durante o super movimentado Rodeio, na qual você estava poderosa e sorridente nos camarotes, com um pedaço monstruoso de alface nos seus dentes da frente?

Poois é, esses são os famosos momentos queima-filme que, por mais que você abafe-os e tente fingir que nunca aconteceram, eles vão te perseguir a vida inteira. Acho que não existe ninguém que nunca tenha tido algum desses (e se disser que não, é mentira, /heho). Anyway, eles podem render momentos de muita risada em conversas de boteco e afins.


Fuçando a internet à toa hoje, encontrei algumas coisas do meu passado que ARGH me deixam com vergonha de ser eu, acreditem. Partindo disso, lembrei de mais coisinhas e decidi fazer uma listinha com o Top5 momentos mais queima-filme da minha vida!




5 – Otro dia que vá...


Trata-se, em geral, do meu primeiríssimo fotolog na internet (o endereço não será fornecido, pra evitar maiores transtornos, mas ele AINDA está online e não é difícil encontrá-lo no Google, se souber o que digitar, KK). O problema geral da coisa, é que: a) eu não tinha a MENOR noção de qualidade fotográfica; b) eu escrevia as coisas mais horrendas do universo nas descrições das fotos, além de plagiar 10% 30% 50% 99% das coisas do fotolog de um dos meus melhores amigos (se mantém entre os melhores até hoje ♥ - e deve ter se reconhecido agora, k); c) eu... bom... não tinha vergonha de demonstrar que gostava de certas coisas das quais eu, certamente, deveria ter.


Eu tinha uns 14 anos e já tinha o meu amado Orkut (coisa que eu fazia QUESTÃO de lembrar, indicando o link do meu monstruoso perfil, até pra quem não quisesse).

Pense nas fotos mais nada a ver de todas. Pense nas descrições mais toscas, ever. Pense na foto usando aparelho freio-de-burro (mas o do pior modelo) e com a cara cheia de pomada pra espinhas? POISÉMELBEM! Tem tuuudo isso lá.


Este é um print screen com o resumo das fotos postadas por lá. Foram poucas, mas suficientes pra minha vergonha eterna. As imagens, ÉCLAROOON estão censuradas e estão preservando as identidades dos coitados amigos que tiveram o sorte azar de aparecerem nisso aí. Clique pra ampliar =D

Reparem, por favor, nas fotos repetidas. Agora nas fotos de pobres animais que me pertenceram. Na cor laranja SCREAMING super combinando com o texto em azul Oo’. E, pra finalizar a reflexão, reparem no título do fotolog com dois trechos de músicas do RBD, o primeiro escrito num espanhol ERRADO.


O pior é saber que, por qualquer motivo imbecíl, eu usava nele uma senha diferente das duas que sempre uso pra tudo, desde sempre. Ou seja, não sei como fazer pra tirar essa desgraça do ar. Sintam pena. Agora morram.



4 – Lata de Hipopó na cabeça!

Por algumas coisinhas que escrevi por aqui, talvez tenha dado pra perceber que eu tenho tive um temperamento meio forte... Aplicando esse temperamento na hora de ter meu filme queimado então, KKKKKKKKK sintam pena.

Minha vida de sete anos resumia-se a seguinte rotina: todos os dias a) meu pai me acordava, me lavava e escovava os meus dentes (siiiim, aos sete anos isso); b) eu pegava minha mochila com rodinhas e minha tupperware cor-de-rosa ou verde-água, repleta de biscoitos Hipopó recheadas de chocolate, ou flocos, ou morango com cristais crocantes; c) entrava no carro e esperava meu pai, ainda com cara de sono, coitado, me levar pra escola.

Chegando lá, o roteiro diário incluía: a) puxar o saco da professora; b) ouvir comentários maldosos dos meninos do fundão porque eu era o ÚNICO menino na escola inteira que usava um brinco (siiiim, eu era rebelde); c) ser chamado de bichinha, gayzinho, viadinho e tudo mais, enquanto andava pelo pátio segurando uma toalhinha pra secar o suor da testa durante o recreio E a tupperware de bolachas, comumente chamada de LATINHA.


E por fim, depois de aturar, por bastante tempo, as gracinhas dos muleques FDP que estudaram comigo, saía correndo atrás deles, como um cachorro vira-lata correndo atrás de galinhas. Uma curiosidade a meu respeito: apesar de fazê-lo de um jeito meio estranho, corro bastante rápido (mas uma única corrida me vence com um cansaço que dura o dia todo). Com isso, é claro, sempre os alcançava. E mandava latinha na cabeça deles com toda a força que eu conseguia reunir. Batia muuuuuuuito, em todos eles. Nem sei como nunca apanhei de nenhum, porque eu batia mesmo com força. Fiz uns três chorarem algumas vezes e cheguei a quebrar a latinha no meio na cabeça de um uma vez, KKK. Claro que nunca mais vi nenhum deles e claro que era MUITO engraçado me ver correr pra bater neles. Fiquei com fama de ‘muleque da latiha’ entre os projetos de macho-alfa da minha classe, K.




3 – Com vocês, IURIAAU!



Ok, pense na criancinha linda, fofa e toda loirinha? Aham, agora pense em todo o talento e desenvoltura de palco que a criancinha tinha? Pois é, agora pense num temperamento bem forte? Isso, muito bem. Apresento-lhes, o IuriAu.

Nem me perguntem de onde isso surgiu (é tão mistério quanto Bitlon com Bitlon)...
Das poucas lembranças que eu tenho da época entre os 3 e 5 anos, as que não envolvem algum programa de televisão de alguém, envolvem o MEU programa de televisão. Porque siiiiim, eu tinha um programa de televisão: O SHOW DO IURIAU. Não sei de onde tirei o nome artístico, não sei de onde saiu essa idéia de satã de querer ser o novo contratado do SBT pra substituir o Gugu em um programa de auditório no qual eu iria cantar, atuar, interpretar e receber convidados famosos. De acordo com meus pais, meu ódio do Gugu era tão grande por ele estar ocupando meu lugar, que eu nem passava na frente da TV se estivessem assistindo-o (e eu normalmente estava sempre vendo TV). Porque vamôcombiná, eu tenho talento e o Gugu NÃO.

A cena era quase sempre a mesma, eu escolhia um dos meus pais pra ser o locutor e me escondia atrás do sofá, esperando ansioso pelo anúncio espetacular. E, quando um dos dois gritasse o ‘VEM AÍ: IURIAAU’, eu surgia lindo e loiro, segurando algum boneco cabeçudo como microfone, dava boa noite para o público (a.k.a. meus pais) e começava com a cantação e chateação cotidiana. Dizem eles também que se o escolhido se recusasse a fazer a locução, ou pior, se recusasse a me assistir, sofreria com a vingança eterna de um apresentador frustrado. Contam lendas de horas inteiras sem falar com algum deles por causa disso.

E ok, seria uma história normal do passado de uma criança, daquelas que ficam enterradas nas lembranças exclusivas aos pais que presenciaram aquilo. Mas nãããããão. Minha mãe faz SEMPRE questão de contar essa pra qualquer amigo ou pessoa com potencial namorativo que eu apresente. Tenho até medo do tipo de coisa que ela vai contar pro namorido quando superar os problemas entre os dois.




2 – My 1st namoradchynho
Update (26/02/2010): Deletei o texto contido aqui porque ele falava descaradamente mal de alguém que fez parte da minha vida em um período decisivo e com quem eu procuro manter uma relação cordial e amigável hoje. Escrever sobre ele aqui (falando mal) foi ridículo da minha parte e, por isso, me desculpo formalmente. Grato pela compreensão e vão tomar no cu ♥

Aham, senta lá Cláudia.













1 – Pois é malandragem, 19 não é 20.

Ok, meus dons artísticos eram muitos. Tal qual IuriAu, eu não perdia uma chance sequer de ser e acontecer. Imaginem a cena então: Iuri seis anos, sentado no degrau mais alto de uma arquibancada dentro de um ginásio de esportes lotado.
Não, não era futebol. O evento eram as Olimpíadas Inter-Bairros da minha cidade (evento extinto e MUUUITO recomendado a voltar, por favor! – se bem que com as guerras inter-gangues, era meio capaz de sair mortes pelo calor do esporte). Agora pense na confusão das pessoas ao verem os organizadores colocando 6 garrafas daquelas de tubaína (das transparentes, não das cor-de-cerveja) no meio da quadra. Agora pense que era 1997, O ano do axé em ascensão.

Entendeu? RS


Veja toda a cena na sua cabeça:

Locutor: E AGORA, O GRANDE CONCURSO DE DESCER NA BOQUINHA DA GARRAFA! UMA REPRESENTANTE DE CADA BAIRRO PRA MOSTRAR QUE SABE DANÇAE AXÉ!

Iuri: MÃÃÃÃÃÃE, EU SEI, DEIXA EU IR, DEIXA EU IR, DEIXA EU IR.

Mãe: Vaaaai Iuri ¬¬

Iuri: WEEEEEEEEEEEEEEEEEEE.


Iuri sai correndo de cima da arquibancada, pulando degraus pra ser o primeiro do bairro a se candidatar.

Acrescentando a cena: cinco mulheres adultas dos outros bairros, usando saias curtas e sapatos feios (a moda era feia naquela época, fazer o quê).

Todos à postos, começa a música! (dêem play no vídeo do Youtube pra dar o tom dramático).



Nem olhei pros lados melbem. Ralei com fé e vontade. Até a garrafa deve ter ficado com medo. Fiz como se não houvesse amanhã. Mano, CRIANÇA É FODA. Não sei o que é pior, se era eu rebolando descontroladamente no meio do ginásio lotado, grifem, LOTADO, ou se era minha mãe permitindo que eu fizesse isso!!! Depois ela reclama, kkk.

Resultados: sim, eu ganhei o concurso. ÉÉ, ganhei. Dentre seis pessoas, sendo elas cinco mulheres adultas, eu fui quem melhor ralou na boquinha da garrafa.
Depois dessa, nem adiantava muito mais defender minha honra naquela cidade, KK.

Essa, por sinal, é outra das favoritas de mamãe pra espalhar por povão.


Enfim, todo mundo tem um momento desses na vida, né? Comentem o tópico (coisa que vocês que lêem isso aqui fazem pouco) e contem uma experiência terrível dessas. Duvido alguém superar a boquinha da garrafa. D-U-V-I-D-O!

=D
Updated: crianças, pra comentar é só usar sua conta Google (a mesma que você usa pra entrar no Orkut, ou no Gmail).

Enfie o parabéns no *

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Há aproximadamente 6845 dias atrás, meus pais estavam transando sem camisinha. Não que isso seja fácil pra mim de concluir, porque eu não tenho capacidade mental suficiente pra imaginar sexo entre meus pais. Porém há provas de que pelo menos quatro vezes eles fizeram (e, por mim, que tenham sido só essas): noite de núpcias (porque é obrigatório), a que gerou o meu falecido irmão mais velho (que não chegou a ser nada mais do que feto), a que gerou minha irmã mais nova e essa, 6845 atrás.

Não sei se foi bom, se foi comum, qualquer coisa. Já falei que sexo entre os meus pais não me interessa. Pois bem, no clímax do momento, um valente espermatozóide carregando 23 cromossomos (dentre eles o todo poderoso Y) uniu-se a um óvulo portador de X e ambos fundiram seus núcleos. Graças a essa fusão, foi gerada uma célula feia, gorda e desafinada que, nove meses depois, foi batizada de Iuri Mitika.

Sei lá porque escolheram esse nome. Nenhum dos dois tem descendência russa e nenhum dos dois sabia o que Iuri significava. O Mitika, por sua vez, demonstra um pouco do ego e narcisismo que eu herdei do meu pai, pois se trata do APELIDO dele, que agradavelmente se tornou meu sobrenome. Mas acabei nascendo Iuri Mitika, geminiano, com toda a numerologia em volta de nome e data de nascimento convergindo para o número 3. Além disso, eu era totalmente careca e cheio de covinhas e dobrinhas que as pessoas olhavam e se encantavam no exato momento em que olhavam.

A partir desse dia, começou um hábito que me desagrada TOTALMENTE: comemorar anos de vida. Não tente entender porque, mas eu ODEIO fazer aniversário. É muita coisa envolvida. Me irrita profundamente a idéia de pessoas me parabenizando por ter sobrevivido mais um ano, como se eu fizesse muito para sobreviver (o fato de eu não me matar não significa que eu esteja participando ativamente do ato de continuar vivo). Não consigo aceitar bem a idéia de ser parabenizado por coisas nas quais eu não tenha me esforçado pra acontecerem.

Outra coisa que me irrita bastante é essa era de parabéns por Orkut. As pessoas lembram-se de você uma vez ao ano: quando sua foto aparece com nome grifado nos aniversariantes do mês. Aí, então, vem saudades e felicidades aos montes, de gente que nem você mesmo sabe direito de onde conhece e elas insiiiiistem em aparecer.

Mas não dá pra negar que é mesmo gostoso quando as pessoas se lembram de nós e tal... Mas isso não melhora muito meu sentimento por essa data ingrata.


Pois bem, falarei de experiências passadas na tal data fatídica.

No primeiro ano, tive festinha com o tema Palhaços. PUTA QUE PARIU EU ODEEEEIO PALHAÇOS! A criancinha loirinha de um ano de idade ali não podia dizer que odiava o tema da festa (provável que ela nem soubesse disso ainda). Logo de início mostrando que eu era do tipo que ia me privar de algumas coisas pela felicidade alheia.

O segundo foi sobre Ayrton Senna, acreditem ou não. Carros de corrida e máscaras do capacete verde-e-amarelo estavam por todos os lados.

Não consigo me lembrar dos dois anos subseqüentes. Mas a de cinco anos foi sobre o timão. AEEEE CORINGÃÃÃO, como se eu gostasse de futebol, né?

Para seis anos foi festa surpresa com o tema TROOPERS VR (os primos pobres dos Power Rangers, que eu também adorava) - foi quando eu comecei a odiar festas surpresa, porque meus planos pra noite incluiam ir pra quermesse com a babá e comer pipoca doce e a existência de uma festa impossibilitou isso.


Troopers transformar! Somos a realidade virtual!

Sete anos foram comemorados em 1998. E fique registrado: Nascer em junho significa festa com o tema COPA DO MUNDO. Agora pense na pessoa que não gosta de futebol!!! Aham, eles insistiram, uma segunda vez (e não sei como é que eu estranho que eles insistam na minha –inexistente- heterossexualidade). Tudo era verde-e-amarelo, bandeiras do Brasil e bolas de futebol espalhadas por todo lugar. Cafonice mil.

Depois dessa época, minha personalidadezinha começou a falar meio alto, e as festas pra mim começaram a ser extintas.

Aos onze anos tentaram me fazer uma festa numa pizzaria, que acabou sendo um jantarzinho com amigos, super blazé. Acho que aos doze anos, tive uma festinha durante a mui tradicional Festa Junina da minha cidade. Foi nesse ano que ganhei de uma velha mulher um jogo de tabuleiro sobre o descobrimento do Brasil que era chato de TUDO, mas no qual fiquei viciado por uns dois meses (coisa de jogar TODO dia, mesmo). Aos catorze, tive duas festinhas: a primeira foi na escola de informática onde eu trabalhava. Foi um dos bolos mais deliciosos que eu (e todos os presentes) já tinha comido. Uma coisa com nozes, incrível! E à noite, chegando em casa, mamãe tinha feito um bolo e comprado umas pizzas e a gente comemorou com a minha vó e umas tias. Nesse ano, ganhei um dos melhores presentes: um aquário! Lindo *___* Vale lembrar que essa festinha em casa foi surpresa. E que eu O-D-E-I-O surpresas, mais do que fazer aniversário (ultimamente tenho gostado das surpresas do namorado, mas só porque ele gosta de fazer mesmo, k).

Aos quinze, tive meu melhor aniversário. Primeiro porque era importante pra mim fazer 15 anos (coisa de debutante =*). Nem tive festa nem nada, mas foi um dos primeiros aniversários em que me senti realmente bem e feliz.

Aos dezesseis, bolo duro e parabéns cantado pelos meus três melhores amigos, de manhãzinha, pra me acordar e tudo. Foi legal também.

Dezessete foi o pior ano até agora. Eu tava bem estressado e triste no dia e tanta coisa chatinha aconteceu, que acabei ficando bem deprimido. Uma semana depois, mais ou menos, os amigos (do bolo duro) fizeram uma festinha de aniversário atrasado, que foi até legalzinha. O glacê do bolo (feito exclusivamente pra ser jogado na minha cara) sujou a casa toda. Super.


E, enfim, amanhã faço dezoito. Mais uma volta no sol completada... Estou longe de casa, longe dos amigos, longe do namorado. Enfim, vai ser um dia difícil, com certeza. Mas fazer 18 anos... Eu realmente esperei por isso e, mesmo que nada mude, o dia valerá a pena só por isso, com certeza.

Tenho aqui os presentes do Kleber pra abrir amanhã. E quem mais quiser me mandar presente, não se acanhem, ok? Eu juro que finjo que gostei tanto quando o garotinho que ganhou um Nintendo Sixty-Four no natal.




Reparem na irmã retardada que já sabia que ia ficar
com o presente pra ela quando o irmão ganhasse um Game Cube.


Adoro ganhar presentes de aniversário, apesar de odiar aniversários. Compreensível?

E áááá! Parabéns também pra minha prima-agregada Mari Matsura, que faz niver hoje e pra Mari Imano e o Alessandro da facul, que fazem amanhã junto comigo.

=D


Um litro de dor, tristeza, sofrimento e japoneses malditos.

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Well, hoje é um daqueles dias em que o meu humor tá meio ácido. Motivo disso? Mais de quarenta minutos incansáveis de choro contínuo e soluçante, incluindo momentos de cara no travesseiro pra abafar o choro.

Motivo disso? Os malditos japoneses.

E pasmem, isso não vai ser outro post reclamão sobre os meus sogros (japoneses, diga-se). Mas sim sobre o que os malditos japoneses do Japão (dã) fazem com sua teledramaturgia.


É de conhecimento geral do povão que os japoneses são meio radicais (desde as ondas de suicídio até os meus sogros-anti-namorado-do-filhinho) eles costumam levar as coisas bem a sério. E, definitivamente, drama pra eles significa DRAMA.

Na verdade, não ‘drama’, mas sim, DORAMA. A maneira ajaponesada de falar drama, KK. Doramas são novelinhas, constituídas de poucos episódios e que tratam, geralmente, de um tema simples e direto: o sofrimento das pessoas. A função principal de um dorama (e isso fica bem claro depois de um tempo) é te fazer chorar. Chorar muito. Chorar tanto quanto a menininha de quatro anos que pediu a Barbie noiva loira com cavalo-branco pro Papai Noel e acabou ganhando a Susi noiva morena com cavalo-branco. Trocar a Susi pela Barbie é aceitável até... Mas a loira pela morena NÃO. Criança nenhuma aceitaria e choraria até morrer desidratada como um cacto no asfalto. Pois é, a intenção é chorar tudo isso mesmo.

Salvo um ou outro em que a história é uma comediazinha alá Malhação (éca), os doramas em geral contam dramas familiares envolvendo dor, sofrimento, amores impossíveis e esse tipo de coisa triste e passível de causar tristeza generalizada. Sei lá qual é o prazer sádico que eles sentem em causar tristeza nas pessoas, mas eles fazem muito disso.


Pois bem, é nesse contexto que começa a minha história com os doramas. Na verdade, um dorama. Ichi Rittoru no Namida.



De início, saber o que significa o nome de um dorama, ajuda muito. Pois esse se chama ‘Um Litro de Lágrimas’, então dá meio que pra sentir no ar o que te espera. A história gira em torno da família Ikeuchi, focando em sua filha mais velha Aya, de 15 anos. Depois de alguns pequenos acidentes com Aya, a família começa a desconfiar que ela não anda bem de saúde e a levam para o médico. E então, descobrem que a menina tem uma rara doença (que a pronúncia do nome da doença em japonês é MUUITO engraçada, kk) e que é incurável. Graças a isso, a menina vai rapidamente perder toda a capacidade de movimento do corpo, até ficar inconsciente de vez. Pra ajudar, no caso dela a doença progride muito mais rapidamente do que em outros doentes, o que significa que sua mobilidade é toda comprometida muito rapidamente logo que eles descobrem a doença.

E ok, isso tudo é levemente tolerável em uma produção pra TV ou cinema e até levemente clichê. Mas eles incluíram alguns outros clichês que ajudam a ‘melhorar’ a coisa toda: a menina é linda, sorridente, gentil, cheia de amigos e JOGADORA DE BASQUETE. Ou seja, ela vai ser uma linda menina deficiente, triste, que vai se afastar dos amigos e nunca mais vai jogar o seu esporte favorito. Suficiente pra te fazer chorar? MAS TEM MAIS! Ainda, pra completar o quadro, o todo gatinho garoto popular da escola, que tem garotas correndo atrás e tudo e que é super fechado devido à problemas familiares, começa a se abrir com ela e ficar amigo... E não cheguei tão longe na história, mas tem todo um climinha de romance impossível entre eles. Pois bem, se seus olhos lacrimejaram só de ler a descrição, siga o meu conselho: NÃO ASSISTAM ESSA COISA!

Sintam o meu drama: estou rouco, inchado, vermelho, parece até que fui atingido pela nova gripe bovina (frango e porco já tiveram gripes, as vacas não se contentam em serem só loucas, querem gripar também). E todos esses sintomas são os efeitos colaterais de Ichi Rittoru: chorei. MUUUUUITO. Bem mais de um litro de lágrimas.


Sério, não dá pra parar! Por mais recheado que esteja de clichês gritantes, a tristeza reboa em cada frame de cada episódio... As situações vão só piorando pra coitada da menina e ain... Até o pior coração de pedra se derrete facilmente. E tem o ingrediente secreto, que eu ainda não citei: tudo real. Baseado em uma história real, nos escritos do diário de uma Aya (chamada Aya mesmo, por sinal) que sofreu da doença na adolescência e escreveu tudo num diário mesmo enquanto sua caligrafia era quase ilegível e a dificuldade pra segurar na caneta era enorme. Lutou até o fim pra contar seus sentimentos praquelas páginas... E o conteúdo integral do diário acabou se tornando o livro ‘1 Litro de Lágrimas’ que já vendeu mais de um milhão de cópias no Japão e foi adaptado para a criação do dorama e de um filme. E eles fazem questão de colocar fotos da Aya real sempre que podem e citações originais (e extremamente tristes) do diário original da garota...

Eu não sou muito de chorar... To entrando nesse mundo dos sentimentos mais agora, na verdade... E to sofrendo horrores com o dorama, de verdade... Meu rosto chega a doer as vezes, de tanto chorar e chorar... Muita crueldade dos japoneses fazerem isso com uma pessoa como eu... Muita mesmo. Até mesmo as músicas da trilha sonora (tem uma pela qual estou apaixonadinho, k) são tristes... Não tem uma alegriazinha nos episódios, mesmo. Mas é bom lembrar que, apesar de tudo, a novelinha toda é LINDA e que mexe muito com a gente...

No fundo, é até bom, porque me torna mais politizado e com compaixão e sei lá o que. Só sei que o sentimento é pesadinho mesmo ain...


Pra quem se interessar, na comunidade do orkut dá pra encontrar os 11 episódios do dorama, além do especial, com mais alguns episódios sobre a série e etc. Vale a pena, se você quiser descarregar o coração com lágrimas pesadas, kk. É só clicar aqui e acessar.


E bom, dia dos namorados chegando e o meu maldito aniversário também... É capaz que eu faça um post conjunto sobre os dois, depois do aniversário... Vou pensar nisso.


E agora vou ver os três episódios que faltam pra acabar, e virar eu mesmo o cacto de asfalto.

D’: