Esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda.

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(ou: COLDPLAY EM SÃO PAULO – cena a cena)


No segundo dia de março, acordei às 6 da manhã. Comecei a arrumar a mochila pra ir pra faculdade.

Incluí nela escova-de-dentes, perfume, desodorante, trocas de roupa, camisetas estampadas com borboletas, e um envelope azul que eu tenho guardado escondido dentro de um livro no fundo do guarda-roupas, desde então. Nele, um papel com os dizeres:


COLDPLAY – MORUMBI – 02/03/2010 – 21h30

Senhoras e senhores, esta é uma narração enorme da minha ida ao show de uma das bandas mais fodas dos anos 2000. Não prossiga se, por qualquer motivo, você não quiser saber como foi.




Da faculdade, juntei meu amigo Leonardo Tadashi e fomos pra casa dele, encontrar nossa terceira companheira, Fernanda Tiemi (irmã dele) para irmos para a fila o mais cedo possível pegarmos um bom lugar. Em teoria, nosso plano era chegar às 13:00. Mas nosso ônibus demorou DE-MAIS e chegamos por volta das 14:15. No ônibus, por sinal, encontramos uma galera que também ia ao show mas, pasmem, vinham de MANAUS só pra isso.

Chegando ao estádio, andar até a fila era horrível, porque ela era cada vez maior e maior.

Quando dobrou a curva do estádio pensei: FUDEU! Mas até que não ficamos muito atrás... Tinham outras filas que não eram a nossa misturadas, então a impressão de tamanho era exagerada. Dava pra contar só umas trezentas pessoas na nossa frente (o que prum show pra 70 mil pessoas, é bem pouco).
Uma vez na fila, deu pra sentar e socializar com a galera. Duas meninas super simpáticas se juntaram a nós, Raiza e (esse texto será editado assim que eu descobrir qual era o nome da outra). Coincidentemente, a Raiza era bixete da minha faculdade (não no mesmo curso).

Pontualmente às 16:00 a fila começou a andar. Conferiram nossos ingressos, nos revistaram e entramos. Claro, corremos. Muito. E pegamos o MELHOR lugar possível. Colados na grade da pista (tinha a VIP na nossa frente ainda), de frente para o telão e de frente para o palquinho anexo onde eles cantariam algumas musicas (bem perto mesmo desse). E aí fomos vendo a galera chegar.

Logo já tínhamos feito mais amizades e estávamos cansados. Muito cansados. Do nosso lado, algumas conhecidas do Léo apareceram e ficaram por ali também. E então um tumulto: Luciano Huck estava do nosso lado e a galera pulando em cima dele e das câmeras. Matéria pro Caldeirão sendo gravada (levariam alguém pra conhecer a banda no hotel). Eu devo ter sido filmado, talvez apareça no programa sábado.


Nossas pernas logo começaram a doer. Era muito tempo em pé já pra agüentar. Então começamos a caçar um jeitinho de sentar. E, quando todo mundo conseguiu se acomodar, começou o tempo de espera. Uma das garotas via o jogo da seleção pelo celular e a gente ia falando sobre qualquer coisa, esperando a chuva começar a cair (tive que comprar uma capa de chuva por R$10, que acabei nem usando, porque não choveu).

Mais ou menos às 19:00, o Vanguart subiu ao palco para começar o show de abertura. Os caras tocam MUITO bem. Ritmo muito gostoso de ouvir, mesmo. A voz do vocalista é um tanto quanto incomum, e nem todo mundo aprovou no ao vivo. Eu curti bastante até. Terminaram umas 19:40, avisando pra ninguém esquecer que, após In My Place, tentaríamos cantaram parabéns pro Chris Martin (aniversário dele no dia).

Mais um pouco de espera e às 20:15 Natasha Khan (ou Bat for Lashes) chegou para sua versão do show de abertura. Músicas num estilo Björk misturado com CSS que agradaram MUITO os meus ouvidos, encimados pelo céu que escurecia gradualmente e em frente a um grande lobo uivando para a Lua (no telão). Quarenta e cinco minutos de show e estávamos nós esperando. Um pouco de música tocando no equipamento de som. Entre uma e outra, tocou um balé (Danúbio Azul). E a galera se animou e começou uma coreografia com os braços que todo mundo seguiu. Bem engraçado.


E ao fim do balé, todas as luzes se apagaram repentinamente. Um painel com o símbolo do disco Viva La Vida caiu no palco e Life in Technicolor começou a tocar. Estava no palco o Coldplay. Entraram lindos, segurando uns fogos de artifício que soltavam umas faíscas e tal. E emendaram em Violet Hill. Foi o que eu precisava. Pulei, gritei, cantei e destruí minha garganta de todas as formas possíveis. Na seqüencia, Clocks. MEU, O QUE É OUVIR CLOCKS AO VIVO? Vale citar que o Chris toca piano MUITO bem. Rolou uns Mozarts (eu acho) ali no meio que foram incríveis.



Na seqüência, a maravilhosa In My Place. Precisava disso não gente! Precisava sim, claro. Coisa mais linda do universo! No finzinho, tentamos o parabéns, mas não saiu muito bom. Tentamos em inglês e português, mas a galera não acertou o ritmo e a banda acabou não ouvindo e continuando o show.

Seguindo, Yellow. Quando ouvi o primeiro acorde, meu estômago já se torceu. No primeiro ‘Look at the stars’ meus olhos já arderam, e rapidinho eu já tava chorando muito. As bolas amarelas gigantes voando sobre a gente, batendo nas nossas mãos! A letra, a voz do Chris, os instrumentos. Tudo. Foi um dos melhores momentos (mas não o melhor, acreditem). Chris chegou a pedir uma repetição do trecho final, de tão lindo que ficou o coro da platéia. E no fim rolou um “Let’s make the most noise as possible for a São Paulo Tuesday night!”. Gritar era OBRIGATÓRIO nessa hora, claro.



Depois Glass of Water, 42 (FODA!) e Fix You (LINDA DEMAIS!). E aí um acorde muito conhecido por mim. Os globos gigantes do palco se moveram e se acenderam com imagens. Um dos momentos mais esperados do show pelo Iurizinho. Minha segunda música favorita no Viva La Vida: Strawberry Swing. Impecável. As loucuras do Chris, caindo, pulando, correndo. A voz linda do Will na bateria. Guy e Jonny mandando MUITO bem nas cordas. No fim, pediu pra todos acenderem os celulares e, ao olhar pra trás, aquele mar de luzinhas quadradas acesas foi lindo demais!










E aí, então, eles vieram pro palco anexo perto da gente. E deu pra vê-los, com detalhes. Bem de perto. O parêntese vai pro fato do Chris ser REALMENTE tão bonito quanto parece pelas fotos. Uma beleza serena, sabe? Pacífica. Dá vontade de conversar horas sem parar. Cantaram God Put a Smile Upon Your Face, Talk e The Hardest Part. Depois rolou Postcards From Far Away e, enfim, Viva la Vida. São Paulo queria o ‘Oooohhh-oooooohhh’ a noite toda, foi perfeito. Todos em sincronia, gritando com toda a força. Emocionou qualquer um.

E aí, Lost!. Minha favorita. A melhor vibe. A melhor batida. No ritmo do meu coração. Perdi o controle do meu corpo. Dancei mesmo. Joguei os braços pra cima e deixei o som me levar. I just got lost! Até então, o melhor momento do show pra mim.

Logo depois de Lost, foram pro palquinho anexo bem longe da gente... Tivemos que ver o show pelo telão. E aí, cantaram o que as meninas perto de nós esperavam mais que tudo: Shiver. Foi TÃO lindo. Sério. Lindo demais. É obviamente uma música maravilhosa. Mas ao vivo foi outra coisa. Depois, seguiram com um, finalmente bom, ‘Parabéns’ EM PORTUGUES! Cantado pelo Will! Foi muito fofo, sério. Depois seguiu com Death Will Never Conquer e a inédita Dom Quixote (que talvez se chame Spanish Rain).

Aí uma versão remixada de Viva La Vida começou a tocar, enquanto a banda retomava suas posições no palco. Depois uma ótima Politk, muito bem apresentada pela banda, com direito a uma mini-chuvinha de borboletas, que deve ter disparado sem querer. Peguei minha primeira nessa hora.


E aí o momento mais esperado do show: Lovers in Japan. A famosa chuva gigante de borboletas. A cena mais linda em show ao vivo dos últimos tempos. Maravilhoso. A música por si só já é linda demais. Mas a ajuda do céu coalhado de borboletas de papel coloridas foi suficiente pra qualquer abrir um sorriso gigantesco.










E então, Death and All His Friends nos atingiu e entendemos que o fim estava muito próximo. A banda terminou a canção, se juntou, agradeceu e deixaram o palco.

Voltaram minutos depois, com outras roupas. E Chris avisou “na saída, todos receberão uma cópia do cd Left-Right-Left-Right-Left que nós gravamos durante a turnê, como um presente pra vocês!”. Eu, que sou consumidor compulsivo de CDs, entrei em êxtase. Até onde eu sabia, no Rio não havia sido distribuído, então eu tinha poucas esperanças de ganhar um também.


E aí, a introdução de piano mais triste da banda, marcou a execução de The Scientist. Chorei fácil. Mas não tanto quanto o Léo... Sério, acho que ele nem conseguiu ver o show nessa parte. Todos cantando juntos, em uma só voz o ‘nobody said it was easy’. Lindo demais, sem palavras. E, pra encerrar, Life in Technicolor II (a que apresenta vocal) e uma LINDA queima de fogos coloridos encerrou o show, com um grande VIVA multicolorido estampando o telão.

A dor da despedida. A realidade do fim. A compreensão de que, possivelmente, aquele tinha sido um dos momentos mais incríveis da minha vida até então. Vai ser bem difícil um show me agradar, agora que eu tenho esse como fonte de comparação.


Depois, voltar pra casa no meio da galera deixando o estádio, pegar minha cópia do CD, achar mais algumas borboletas, e tentar acreditar que tinha mesmo acontecido. Quatro meses de espera e ansiedade. Um zilhão de mudanças na minha vida nesse meio tempo. Som inesquecível.

Inesquecível.







I’m going back to the stars.

Mais relatos dos meus companheiros de show no Ensaios e Teorias às Avessas e no Blog da Tiemi.

Fotos: M. Rossi.


happy CU day

1
Olha, tem dias que eu acordo e devia ficar na cama.

É só eu olhar pela janela: está nublado e friozinho, com pouco vento. Nenhum pássaro canta. O trânsito está bom.

Pronto. Isso é o que eu (e meus amigos já começaram a entender e usar esse vocábulo) chamo de DIA CU.


Um dia cu é um daqueles em que eu não tenho paciência pra nada. Nem pra ninguém. Ao mesmo tempo em que fico intimamente precisando totalmente de companhia, sorvete de chocolate e filme triste. Olho pra todos os lados, procurando algo pra fazer, nas horas em que eu sei que não quero fazer nada. Posso ficar deitado olhando pra cima a tarde toda que não deixo de estar extremamente cansado. Posso fazer mil e uma coisas, escrever, cozinhar, limpar, lavar roupas, descascar batatas-doces-do-acre, que nada tira o meu tédio.

E isso não é nada legal, sabem? Na verdade é realmente bem chato, porque eu não sei explicar porque essas coisas acontecem. E, não sabendo explicar, também não sei resolver. Não sei fazer passar. Não sei tirar esse gato preguiçoso que fica ronronando dentro do meu estômago, pedindo pra provocar alguém. Pra apanhar na cara. Pra declarar meu amor sem fim por alguém e ouvir Sandy e Junior até o corpo pedir uma trégua.

Maldito signo esse que eu nasci. Maldito não, amo meu signo. Mas é ruim demais essa coisa de múltiplas personalidades. Me sinto como Ashley, Allete e Antoniet. Como se várias pessoas dominassem meu corpo e eu não tivesse a menor consciência disso.

E olha, nem esse texto ta fazendo coerência nenhuma pra mim. Vou deletar essa porra toda e ir comer alguma coisa gordurosa.


Fiz CTRL+Z. Acabei de fazer um layout pra essa porra, não vou ficar deletando posts que eu comecei só porque to de mau humorzinho desmedido.

Mas fico com raiva das pessoas. As pessoas são meio burras às vezes. Falam cada coisa que afe. Tem essa menina que trabalha comigo que levou um pé do namorado e não consegue aceitar. Daí fica me aporrinhando, chorando mágoa e perguntando como é que eu consegui sair dessa.


ALOOOOOUUUUUUUUUUU, EU SAÍ PORQUE EU QUIS SAIR! Porque não fiquei remoendo sentimento perdido, por gente perdida em dias perdidos. Que perdeção de tempo!

E a gente ainda é antipático se faz carão pra esse tipo de conversa. Sou pago pra isso não!


E engraçado que ontem eu tava todo felizinho e engraçado e tudo. Graças a Deus não tenho aula pra dar hoje, senão meus alunos iam reclamar da minha chatice e eu ia fazer carão pra eles também. E DEEEEUS DO CÉU, meu quarto ta uma bagunça... Deus sabe quando vou ter saco pra arrumar X.X


Odeio meu humor mutante.


É por isso, talvez, que minha mãe sempre tenha dito que eu sou difícil de conviver. “Você é de Lua, Iuri. Uma hora tá contando piada e na hora seguinte tá emburrado e xingando todo mundo. Vai se tratar!”.

Mamãe foi uma das pessoas mais ríspidas que eu já conheci. Uma monstrenga que nunca faz questão de esconder o que pensa e fala mesmo quando você é um pé-no-saco que fica esporrinhando ela. Mas é sincera e linda. Impossível não amar.

Glóbulos Vermelhos

0
Tinha sangue na sua boca, sentia o gosto.

Não dava para não sentir, a quantidade de ferro estava excessivamente alta.

Todos em volta olhavam, talvez alguns rindo. Não saberia dizer se permaneceu deitado por um minuto ou uma hora. Parecia mais do que isso.

Sempre fazia esse tipo de coisa: se distraía com alguma coisa, não olhava para os pés e tropeçava. Dessa vez, porém, a distração fora tão grande que acabou caindo. Estourou o rosto no chão quando bateu o queixo. Talvez tivesse quebrado um dente ou dois. Talvez tivesse quebrado o queixo. Talvez estivesse morto. Não faria diferença. Ela vira.

Nunca se deixava distrair com pessoas. Sabia que as pessoas não valiam à pena. Sabia que as pessoas se importavam demais consigo mesmas e eram as melhores maneiras pra sofrer mais rápido. E de sofrimento ele estava farto. Sofrera infinitamente a cada decepção que a vida lhe trouxera. A cada vez que achou que, finalmente, tivesse encontrado o amor e deixou o coração se despedaçar. Arrependia-se de cada uma delas e não pretendia voltar.

Mas, mais uma vez, tinha sido inevitável. Ela andava. O vento mexia com as pontas dos cabelos dela como se dedos estivessem se enrolando neles. Um sorriso no rosto como se tivesse acabado de se lembrar de um sabor que gostava muito. Olhos pequenos de quem pensa na vida e gosta dela. Um imã. Uma força da natureza chamando-o. Teve de olhar.

E olhou. Olhou. E olhou.

Olhou tanto que caiu. Olhou tanto que mostrou pra ela que podia ser o tipo de pessoa que cai no meio de uma rua movimentada com pessoas passando de todos os lados. Mostrou que era digno de pena e que ela deveria seguir seu caminho sem nem pensar em olhar pra trás. O sangue logo se converteria em lágrimas. Que logo se converteriam em dor. Que logo se converteriam em mais solidão e silêncio.



Silêncio.



Nada se ouvia. Nos poucos segundos que se passaram desde que atingira o chão, nenhum ruído manifestou que algo havia acontecido. Ninguém se moveu. Nada mudou. A vida seguiu.

E então, uma mão no seu ombro o fez se lembrar de onde estava.



Silêncio.



Era só o que se ouvia quando olhou para cima e se deparou com o rosto dela, tão próximo que podia senti-la respirar, olhando-o.

Ofereceu ajuda, perguntou se estava machucado.

Não soube responder. Não queria responder. Não podia responder.

Fez que não com a cabeça e sorriu, com glóbulos vermelhos pingando pra fora de sua boca e recebeu um sorriso de volta, que valeu pela dor do corte.

Ao vê-la partir, depois de ouvir um ‘tome mais cuidado’, não conseguia deixar de rir do sadismo da vida.

Deixara-o tocar.


Talvez da próxima vez ela o deixasse ser amado.

Mas talvez a próxima vez fosse fatal.

Sonho de um dia/tarde/noite de verão/primavera/inverno/outono.

6
Quem tem olhos pra ver, veja que eu dei uma mudadinha no layout do blog, porque eu estou parcialmente de férias e por isso ando preguiçoso pra atualizar. Daí o lay novo pra lembrá-los de que é férias e de que você devia estar na rua jogando Bat (ou taco, ou sei lá como vocês chamam isso na sua cidade) e pegando um bronze nessa tua pele albina.

Minhas férias estão boas, obrigado. Passei um final de ano alegre e diferente dos outros, com minhas melhores amigas Duda, Kitão e Claudião, tudoputaeviado e a família perdida por aí. No que depender de mim, todos os anos serão assim daqui pra frente.


Mããããs o post de hoje é pra falar de ooooutras coisas, um pouco mais recentes.


Definitivamente, eu sou uma pessoa criativa. Nem sempre se trata de uma criatividade boa, mas é criatividade, ainda assim. E ontem, no alto da minha criatividade, eu comecei a cantar minha versão em português para “3” da Britney. E o que saiu foi um ‘1, 2, 3, Pedro, Paulo e Mariiia’ e essa foi a cantoria da tarde. Repeti esse trecho milhaares de vezes e riiiia descontroladamente disso. Tenho essa maniazinha de “compor” paródias horríveis e sem sentido de músicas, geralmente envolvendo sexo ou a opção sexual das minhas amigas (Crau e Kity). E bom, estaria ruim o suficiente se fosse só isso. Mas podia piorar.


Deitei-me pra tirar o cochilinho da tarde (que não é tão comum assim) e até que adormeci bem rápido. E no conturbado cochilo, eis que surge o sonho:

Eu, parado na porta de um quarto, assistindo à um Paulo (de Lins), uma Maria (aluna minha) e um Pedro (o do chipe) fazendo sexo numa cama de solteiro, enquanto eu esperava pacientemente que eles terminassem, pra eu pegar meu chipe da Oi com o Pedro (“ME DÁ MEU CHIPE PEDROOOOOOOOOA”).


off: perdi o chipe do meu celular durante a virada do ano e fui um zilhão de vezes na loja da Oi em Lins comprar outro virgem, e NÃO tinha em nenhuma das vezes. Fiquei bem puto.


E bom, o sonho não foi nada mais do que isso, mas me fez lembrar de vários outros sonhos estranho e sem sentido que eu sempre tenho. E decidi falar disso aqui.

Porque, sério: meus sonhos dariam ótimos filmes fracasso de bilheteria. Porque são sempre umas coisas mirabolantes e incríveis e inimagináveis. Sempre longos e com histórias complexas e cheias de acontecimentos e, muitas vezes, trilha sonora (sim, eu sonho as músicas também). Isso quando não são propriamente filmes existentes, só que comigo fazendo parte de algum papel.


Quando eu era novo, tinha dois sonhos muito recorrentes: em um deles, eu tinha o poder de voar. Em situações mais diversas possíveis, se eu precisasse era só me atirar na direção do chão e bater os braços que eu saía planando com a barriga quase encostada no chão. Se precisasse subir mais, era só bater os braços com mais força e sair voando. Era um sonho tão presente que, mais de uma vez, cheguei a confundir sonho com realidade e tentei sair voando no quintal de casa. Barriga ralada no chão mais de uma vez também.

No outro, meus primos mais velhos tinham se tornado Power Rangers e eu, junto com uma fadinha má (tipo a sininho, só que malvada) tínhamos que encontrar as varinhas mágicas das três fadas boas da Bela Adormecida pra desfazer o feitiço deles e me tornar um Ranger eu mesmo. O nome disso, é claro, é inveja retraída, porque eu queria mais velho e mais inteligente, como eles. E ser um Power Ranger também era uma idéia extremamente boa. O legal desse sonho é que sempre começava no mesmo ponto e nunca terminava. E, em cada sonho, eu sempre tinha consciência do fracasso do ultimo e de que era uma nova chance de tentar. O acontecimento eram os primos apresentando seus poderes pra família, tirando os capacetes e os sorrisos orgulhosos da família inteira pra eles. E eu escondidinho num canto, fazendo a Maria Joaquina e desejando a morte de todos. Na vez que cheguei mais longe na minha busca, perdi as varinhas no meio do caminho e voltei pra casa só com as fitinhas coloridas que enfeitavam elas, sem os poderes efetivos. Fracasso total.


Ultimamente meus sonhos são mais “maduros”. E um grande detalhe é que eu geralmente me lembro dos meus sonhos e dos detalhes também. Quando esqueço, esqueço por completo, inclusive do assunto e pessoas envolvidas.

Mais de uma vez sonhei com a morte do ex ou dos meus amigos ou da minha mãe. Os velórios eram sempre triste e novelescos, com todos chorando e discursos lindos. Outras vezes trata-se de perseguições e fugas contra bandidos ou monstros ou o Jason. Podem apresentar também situações tão reais do dia-a-dia que fica difícil diferenciar se são mesmo sonhos (coisas como cozinhar ou escovar os dentes, sem nada de especial).


Durante as férias, em casa, teve um dia em que sonhei que estava me matriculando em uma escola técnica, porque não tinha passado na USP e não queria fazer cursinho. Acordei suuuper deprimido e fui procurar uns livros pra estudar, pra ver se no próximo ano conseguia passar. Demorou coisa de 20 minutos até eu me lembrar que eu já estudo na USP há um ano.


E se pode piorar, piora, acreditem. Nunca me liguei muito na coisa de interpretar sonhos, mas se alguém quiser se dar o trabalho de fazer isso, boa sorte. E me conte os resultados depois.


E bom, sonhar não mata ninguém. Mas consegue melhorar (ou destruir) meu humor muito facilmente. E me dá boas histórias pra contar.



To em Sampa, bem à toa e evitando sair muito por aí. Trabalhando bastante e aproveitando o tempo pra fazer nada. Vale à pena, acreditem. E, pro resto, é só isso.
Façam-me perguntas no formspring: http://formspring.me/iurimitika


E até mais!



=D

Antes do fim.

6
Algo me diz que esse será o último post do ano... Então acho que ele vai ser ‘balanço geral’ de tudo o que rolou pra mim nos últimos 365 dias...


Acho que todo mundo percebeu que, nos últimos tempos, eu entrei em um clima forte de pessimismo e desolação e acho também que todo mundo sabe o por quê. E daí que o meu discurso geral de final de ano tem sido “Que 2010 seja bom, porque 2009 foi um ano perdido. Se eu soubesse, teria pulado”.

E qqqqqq eu não sou assim! Não sou de ficar rancoroso desse jeito e esquecendo de todas as coisas boas que aconteceram, só porque uma única coisa ruim estragou as boas perspectivas que eu tinha. A hora agora, então, é de pensar em tudo o que rolou de bom e me sentir por, felizmente, ter passado por um ano tão cheio de aprendizados.

Logo de cara, passei na UNESP e na USP. Passei cara! Em duas! Nas duas únicas que prestei, por sinal, ou seja, passei em TODAS as que eu prestei! E teria passado em outras se tivesse feito! Porque esse era o meu ano, era a minha vez e o meu destino tava escritinho dizendo que era isso o que tinha que acontecer. Podiam me jogar a macumba que fosse, ninguém ia tirar o meu direito de entrar na faculdade logo depois de sair do colegial! E entrei com força!


E não foi só isso, mas em 2009 eu alcancei a minha parcial independência! Tanto de vida quanto financeira (visto que eu não preciso mais pedir grana pros meus pais, só peço pra eles se sentirem participando da minha vida e porque eu sou interesseiro mesmo RS). Saí de casa, vim pra cidade grande, passei a morar sozinho, enfrentar meus próprios problemas e às vezes resolvê-los. Passei a encarar a vida como uma coisa importante e não uma simples brincadeira e passei a querer viver todos os dias e aproveitar cada segundo deles.


No campo amoroso, as coisas foram boas até certo ponto. Curti bastante o meu namoro, aproveitei tudo o que tinha aproveitar dele e fui o melhor namorado do mundo, tenho certeza disso. Amei muito e fui amado de volta. E recebi bastante carinho e atenção. Infelizmente, tudo isso acabou muito bruscamente e eu ainda to aprendendo a conviver com essa nova realidade. Mas não é por isso que eu vou deixar de me lembrar de tudo que aconteceu de bom no ano.


Por sinal, a separação me trouxe algumas coisas boas por si só. Firmei amizades, fiz novos amigos e passei a ver a amizade de um jeito bem diferente do que via antes. Não mais como um acréscimo à vida, mas sim como uma necessidade latente de todas as pessoas! De verdade, eu não consigo nem imaginar agora como seria viver sem os meus amigos. Sejam os que ficaram no interior (as puta e as xuxu, principalmente), sejam os daqui de Sampa (os da faculdade, a Bubby, o Gê e a galere) e até mesmo os que, por enquanto, são resumidos em uma janelinha de MSN ou que eu já não vejo há tempos (Isão, Manoel, Caio, Lucas, Kenny e afins). Cada segundo de lucidez e de felicidade dos últimos dias tem participação de um de vocês.


Profissionalmente foi um meio termo. Eu arranjei um emprego, na profissão que eu escolhi pra mim e me dediquei o bastante pra fazer bem feito o que devia fazer. Em vários aspectos, não fiquei satisfeito com as coisas, mas não de um jeito que eu vá pensar em mudar de profissão e essas coisas. Mas 2010 com certeza vai ser diferente nesse sentido. Acho que vou mudar de emprego, pra algum lugar onde eu possa crescer e aparecer mais (leia: ganhar mais), onde eu possa desenvolver minhas habilidades e onde eu possa ser devidamente reconhecido pelo que fizer. 2009 foi importante pra me fazer perceber a necessidade dessas coisas.


Academicamente, ficarei em silêncio. Porque meu ano na faculdade foi, no mínimo, vergonhoso. Passei nas matérias empurrado (reprovei Calculo 1, por sinal =D), não estudei nada, deixei de aprender várias coisas importantes (que foram ensinadas e que, no futuro, vou ter que ler em livros pq vou precisar delas ¬¬) e deixei de fazer o que eu tinha prometido pra mim mesmo: ME DEDICAR. Entrei na USP, caceta, preciso fazer isso valer a pena cada segundo! Mais planos pra 2010 incluem me esforçar como estudante e mostrar pra mim mesmo que eu posso! YES I CAN!


E eu fiz um blog de sucesso! Ok, a minha definição de sucesso é modesta... Mas o Adultice veio e ficou, insistiu, cavou seu lugarzinho e ganhou alguns bons leitores, minhas crianças, que tão sempre por aqui (mesmo sem deixar os carinhosos comentariozinhos K). Não fazem idéia de como eu me orgulho de ter levado o blog pra frente até agora... E de saber que vou continuar com ele *___*


Planos no ramo amoroso eu nem tenho. Fracassei muito nesse lado no fim do ano e agora preciso descansar um pouco disso... Não que não possa ocorrer e nem que, se ocorrer, eu não vá me dedicar. Mas essa tá longe de ser a minha prioridade.


E ain... Eu vou viver! Eu vou me divertir, paquerar, estudar, trabalhar, ver filmes, rir, falar besteira, aprender, ensinar, gritar, cantar, me curar e conseguir aproveitar cada dia, da melhor maneira possível. Porque a vida vale à pena. Vale muito.


E, se Deus quiser, farei outro Orkut em 2010 (porque eu deletei o meu KKK) =D



Feliz Natal pra vocês, crianças e bom Ano Novo. Ganhem presentes, pulem ondinhas, comam lentilha, façam sexo, abracem os bons amigos e amem. Amem sem motivo ou necessidade. Só amem. Porque o mundo precisa de amor.


Até 2010, então.



Parágrafos grandes da nova vida

3
Fico olhando pro tanto que a minha vida mudou em pouco mais de um mês e é difícil acreditar que eu to sobrevivendo tão bem a isso tudo. É só olhar pra tristeza e desolação que eu tava no começo e ver como eu to agora, pra constatar que, no fim das contas, eu realmente tenho amor próprio suficiente pra me fazer querer seguir em frente e, hora ou outra, ser feliz. Não que felicidade seja uma coisa constante. Refletindo e lembrando de tudo o que eu vivi, é fácil constatar que eu não era feliz o tempo todo. Mas o era em boa parte do tempo. A questão em jogo agora é tirar, das coisas pequenas, bons motivos pra seguir em frente e não retroceder. Porque se tem uma coisa que eu decidi nos últimos dias, é que não quero voltar atrás. Não quero mais as coisas do jeito que eram. Nunca mais vou mudar quem eu sou e fazer coisas estritamente pra agradar outra pessoa. Porque, no fim das contas, nem sempre dão valor pra todo o seu esforço. E no meu caso nem foi pouco não. Talvez por isso o tombo tenha sido maior.


Pra não ficar caindo em tristeza e nostalgia, tenho procurado fugir da minha rotina e fazer coisas que me deixam animado. É claro, isso sempre envolve meus bons amigos e tudo mais. Desde que todo o mal aconteceu, já fui pra baladas, no cinema umas sete vezes, andar a toa em shopping, conheci lugares que eu nunca tinha ido (6), fiz alguns novos amigos, ri, me soltei, falei bobagem, tornei-me um amante da Avenida Paulista, fiz uma tatuagem (siiim, definitiva) e tentei aproveitar bastante o fato de que estou livre, leve e solto na melhor cidade desse país. Ainda assim, às vezes a nostalgia volta... E com ela meu humor nem sempre fica dos melhores. A freqüência, contudo, tem diminuído dia após dia... E eu já não penso mais naquilo com tanta freqüência...


Primeiro eu fui pra casa, ver meus pais e meus amigos e passar aquele dia problemático com pessoas tomando conta de mim. Depois, de volta pra capital, fui pra casa dos parentes pra festinha da priminha. Ri muuito com eles, fiz fofoca e me diverti pra caramba. No dia seguinte, fui pra casa do @empty_boy pra ser oficialmente apresentado à FreakNation, baladinha alternativa TUDO DE BOM, onde eu fervi descontroladamente dentro de uma gaiola, vi um casal copulando no darkroom, fiz amigos e me soltei de verdade. Dia seguinte, ainda rolou uma passada no shopping pra ver o Michael Jackson no cinema KK e almoçar no McDonald’s. No mesmo dia, comprei o primeiro volume da trilogia Millenium, da qual já sou fã incondicional (atualmente to terminando o ultimo volume, A Rainha do Castelo de Ar). Daí voltei, aos poucos, a ir aproveitando as aulas e os dias.


Nesse meio tempo, tomei muitas decisões, me arrependi de várias delas e voltei atrás e fui deixando o tempo me mostrar o que era melhor fazer. Hoje, acho que estou na minha melhor forma, a que vai me permitir viver melhor daqui pra frente. Me desprendi totalmente da vida que eu tinha antes e não pretendo tentar ter aquilo de volta. Não que eu não queira. Sei que eu ia gostar muito de voltar no tempo e que nada disso tivesse acontecido. Mas enquanto as coisas não evoluírem e a contraparte não crescer um pouco e começar a respeitar mais os sentimentos das outras pessoas, é impossível que eu volte a confiar em um relacionamento assim. No momento, minha meta é viver minha vida e encontrar um relacionamento novo, que me complete sem que eu tenha que ficar me adaptando.


Dias depois da Freak, fui pra minha primeira festa da faculdade. A FestECA, com alguns amigos da sala, que, oficialmente, foi uma droga KKK. O clima era legal, à noite tava gostosa, a céu aberto e tudo mais. Mas o DJ era uma droga. Músicas terríveis nas horas mais erradas. E o meu grito solitário de ‘TOCA KILYE!!!’ pra variar não foi atendido. Entre sentir mais sono do que nunca, ajudar a levantar amiga bêbada de tudo e sobreviver o sábado inteiro trabalhando sem dormir, movido a três RedBull, foi uma experiência agradável que eu quero repetir logo! Faculdade é mesmo bem legal quando você sabe aproveitar. Depois fui com o @tadashi_nk comprar ingresso pro show do Coldplay, em março, e aproveitamos pra ir no cinema ver qualquer coisa. Nesse dia, fui apresentado ao remake do musical Fame, pelo qual fiquei apaixonado de morrer. Baixei trilha sonora, me viciei em vááárias músicas e recomendei pra meio mundo. Claaaro que juntei outra amiga (Yayá ♥), poucos dias depois, e fui ver de novo KKKK, além de ter comido no McDonald’s. No dia seguinte, fiz a tatuagem. Foi a MAIOR loucura da minha vida! Foi uma decisão extremamente rápida e impensada. Entrei num tatuador, falei o desenho que queria e perguntei ‘tem como fazer agora?’. Saí de lá com o braço dolorido, com curativos, recomendações sobre o que não comer e tudo mais e a carinha de menino rebelde passando por mudanças. Cada vez que olho pra estrela preta no meu ombro, me lembro que a minha vida vale à pena. É o meu símbolo de força pra continuar. Logo após fazer a tattoo, almocei no McDonald’s RS.


Daí, uma semana depois, encontrei Yayá de novo, e outro amigo nosso, Vítor, de passagem por São Paulo, pra sairmos também. Vimos New Moon e fomos a um conserto de música negra (era 20/11). Foi quando constatei uma coisa que, eu já sabia, mas que não me lembrava: som de violão me faz mal. Não que eu não goste... O problema é esse... Eu gosto bastante. Mas é como se cada onda sonora saindo das cordas do violão passasse por dentro do meu corpo todo e me fizesse vibrar com a mesma intensidade que a música... E, no estado atual, vibrações emocionais me deixam nostalgicamente triste. Ainda assim, foi bem lindo de ver e as companhias foram agradabilíssimas.


E então, zanzando na internet, retomei contato com um amigo que conheci há anos e que não via desde que conheci. Conheci o George em Guaiçara, onde ele tinha ido visitar uns parentes, mas na época ele já morava aqui na capital. E daí que a gente marcou de se encontrar. Depois que tolerar mais de uma hora de atraso dele, jantamos no McDonald’s (Q?) e fomos andar a toa e jogar conversa fora. Me apresentou lugares bem legais pela região (da Paulista, claro KK) e deu pra descansar a cabeça bem direitinho. Então meu pai veio pra cá pra uma conferência de cultura, e eu fui participar com ele. Fui designado por ele pra participar do grupo de debates sobre teatro e, inesperadamente, encontrei com o George, que é ator. Foi engraçado até... Estava falando dele pro meu pai (eu tinha apresentado os dois em Guaiçara, quando a gente se conheceu) quando olho pro lado e lá ele está, rindo com uma amiga. Fui cumprimentar e daí pronto K, passamos os dois dias de conferência juntos, jogando veneno nos outros e rindo pra caramba. No segundo dia de conferência (quinta-feira), comecei a sentir umas dores estranhas. Voltei pra casa e fui trabalhar à tarde. À noite, antes de voltar pra casa, comecei a me sentir febril. Quando cheguei, a febre era tão alta que eu não conseguia nem pensar. Deitei e dormi logo.


Acordei no dia seguinte com todos os sintomas de uma gripe forte: dor de cabeça, dor no corpo, febre, moleza e uma dor de garganta incrível. Faltei na aula, perdi uma prova e comecei a tomar remédios e remédios. Aparentemente funcionavam pra todos os sintomas, exceto a dor de garganta. Não fui trabalhar na sexta-feira também.


No sábado acordei me sentindo melhorzinho e fui dar as aulas (do dia inteiro KKK). A dor de garganta era meio insistente, mas tomando água toda hora deu pra agüentar numa boa. À noite, tive febre de novo.N o domingo, acordei bem ruinzinho e fiquei na cama um bom tempo. Quando o remédio pra febre começou a fazer efeito, levantei e comecei a montar o trabalhado de Política e Organização do Ensino pra entregar na terça. No meio da tarde, falei com o George e combinamos de ir no cinema ver ‘Do Começo ao Fim’. Dei uma passada no McDonald’s (OoOoOo) antes e fomos ver o filme, com outro amigo dele, o Juliano. O fime é lindinho e valeu bem à pena. Nesse meio tempo, fiz uma amizade legal com o Juju também e fomos pra São Caetano do Sul pra ele resolver umas coisas na empresa, antes de voltarmos pra São Paulo, pra jantar e tudo mais. Durante o jantar, tive que pedir pra embrulhar meu enorme lanche da Bella Paulista, porque eu não conseguia engolir, tamanha era a dor na garganta. Na segunda, por sugestão de um amigo, dei uma pesquisada no Google por amigdalite e PIMBA descobri minha doença. Todos os sintomas, as fotos, tudo se encaixava comigo. Comprei os remédios indicados e comecei a tomar... Resolvem momentaneamente, como anestésicos para as dores, mas depois de algumas horas, as dores voltam (e a febre também). Acordei na terça com o corpo todo marcado por uma reação alérgica a alguma mistura de remédios que fiz, daí tive que suspender algumas coisas.


Hoje, estou perdendo aula e perderei outra prova pra ir encontrar minha tia, que me levará pra ser examinado por alguém que estudou anos e anos pra diagnosticar e curar essas coisas. Chega de tomar remédio por conta, bora pro hospital KKKK


E, é isso. Eu to vivendo. To me animando, fazendo planos e me divertindo. Até mesmo com o Kleber to conseguindo seguir como amigo e tudo mais... Mas, vez ou outra, eu acabo falando um pouco demais e o clima fica tenso... Aprender a lidar com a insensibilidade de canceriano dele, agora que a gente não namora mais, é tenso. Ele dificilmente mede as conseqüências dos atos dele e n-u-n-c-a pensa em mim antes de fazer nada. E, é claro, sempre tem uma coisa ou outra que ele faz que me chateia um bocado... Apesar disso, gosto de ter ele como amigo ainda... E, agora que eu não quero mais como namorado, é mais fácil...


E, enfim, acho que o Adultice tá de volta. O humor ainda tá meio parado, mas é porque eu não to com nenhuma história boa na cabeça... O ‘Minha História com Ela’ provavelmente vai ser cancelado momentaneamente, porque trás lembranças demais e nostalgia não me faz bem KKKK


Mas é assim crianças... Corrente de amor e pensamentos positivos pra mim, ok?



E a balada de sábado já tá marcada KKK




*Atualização na sexta-feira: Esqueci de postar, daí ficou fora de data KKKK. Fui no hospital, levei injeção e sarei. Agora to bem animadinho e cheio de novos planinhos e vontades *_*



=D